Dicas para prolongar a ereção


Exercício físico
Do ponto de vista físico, além do coração, a musculatura abdominal, dorsal, e pernas precisam estar aptas e flexíveis para as contrações, posições e brincadeiras inerentes ao ato sexual prolongando o prazer. As respostas cardiovasculares durante o ato sexual tanto da pressão arterial como freqüência cardíaca costumam ser similares às do exercício físico. Ou seja, aumentam até atingir o orgasmo e diminuem durante o descanso. O bom condicionamento físico, como quase tudo na vida, faz a diferença no tempo de prazer, então treine os dois.


Masturbação
O sexo solitário pode ser usado até como tratamento para a ejaculação precoce, sabia? Por isso, você pode treinar e aprender a controlar a ejaculação, nada daquela rapidinha, tente um momento a só que você esteja com tempo livre e fique pro bastante tempo antes de ejacular, assim seu organismo se acostuma com o tempo para ejacular.


Capa e/ou anel peniano
Capa – As capas penianas podem ser um aliado importante nesse processo para prolongar a ereção, além de intensificar a estimulação feminina, pois existem modelos com estimuladores e até com capsulás vibratórias que estimulam o clitóris. Umas mais finas que as outras conforme a sua necessidade, não tira toda sensibilidade do pênis mas reduz bastante, ocasionando a prolongação da ereção. IMPORTANTE as capas não substituem as camisinhas.


Anel – Os anéis penianos são menos eficazes em relação as capas para prolongar a ereção. Mas são muito eficazes também. Posicionadas na base do pênis, elas reduzem a circulação sanguínea que passa pelo corpo fazendo o sangue que esta ali se manter por mais tempo. Assim como as capas também existem diversos modelos, para prolongar a ereção recomendamos o modelo mais simples o Anel Mega Strech, existem outros modelos com vibro e até com Led’s que acendem.


Gel prolongador de ereção
Os géis prolongadores de ereção tem sido um sucesso de venda em todas Sex Shop, eles simplesmente reduzem a sensibilidade da glande peniana, o que já é suficiente para garantir alguns bons minutos a mais de prazer a dois.

Como driblar os imprevistos da primeira transa

Entre quatro paredes bate aquela insegurança, ainda mais no primeiro encontro. Saiba como driblar esse sentimento e mostrar todo o seu potencial na cama






Depois de alguns encontros ou, por que não, logo após o primeiro, vocês decidem esticar o programa para a casa dele e aí, entre um amasso aqui e outro beijo mais quente ali, você percebe que é apenas questão de minutos – e de umas carícias a mais – para o sexo rolar.

Pronto, nesse momento, as neuras femininas começam a brotar em sua mente: “Será que ele vai me achar boa de cama?”, “faço ou não sexo oral nele?”. Por isso, a especialista em sexualidade feminina Regina Racco dá todas as dicas para turbinar a sua autoconfiança e deixá-la pronta para dar e, é claro, ter muito prazer a dois.


Saiba que o parceiro pode ou não gostar do sexo que rolou entre vocês. “Isso não quer dizer que você é ruim de cama ou a maior amante do mundo, quer dizer apenas que duas pessoas estranhas que se encontram podem descobrir afinidades e dar muito certo juntas ou não”, opina Regina.



O que fazer quando, na hora H, o cara…
…não consegue te fazer chegar ao orgasmo.
Calma lá! Aquela cena de filme em que um completo desconhecido faz a mocinha virar os olhos de prazer é muito excitante, mas é pura ficção. É muito comum as mulheres não atingirem o clímax logo no primeiro encontro, já que esse novo homem ainda não conhece os atalhos do seu corpo para te deixar louca de tesão.
Dica da especialista: “meu conselho é que se permita um tempo (alguns encontros), aproveitando tudo de bom que esse sexo tem. Aproveite para conhecê-lo melhor, trocar experiências e alimentar essa nascente cumplicidade, o prazer virá. Mas, se não vier, talvez ele não seja o cara certo”.



…gosta de inovar demais na cama e você não.
Talvez você esteja assustada com tanta desenvoltura ou com medo de não conseguir retribuir à altura. Pode ser também que tenha limites bem definidos e que ir muito além do tradicional possa ir de encontro com seus princípios.
Palavra da especialista: “romper esses limites pode até ser bom. Porque não aproveita e experimenta? Quem sabe acabe gostando. Lógico, apenas se esses hábitos não venham a ferir sua honra ou ponham em risco sua saúde”.

…é travado na cama e não acompanha o seu ritmo.
Olha que boa oportunidade para ensinar ao par os prazeres da vida. Vá devagar, mas não deixe de mostrar o que você pode oferecer. Se ele não corresponder, nada impede que você parta para outro.
Palavra da especialista: “faça com que ele sinta saudade. Mas, vá com calma, introduza novidades aos poucos, para não assustá-lo. Lembre-se, vocês estão se conhecendo, e assim como ele, também você está analisando se valerá a pena continuar”.



…brochar.
Se essa é uma situação desconfortável para você, imagine para ele. Assim, mostre seu lado mais compreensível e tente contornar a situação sem demonstrar irritação ou pena para com o parceiro.
Palavra da especialista: “pense no quanto é difícil para ele, tente conversar dizendo que isso acontece (e acontece mesmo) e que vocês estão bem. Não tenha pressa em sair e seja carinhosa”.

Você tem um dia certo para transar ?

Psicólogos falam sobre a necessidade de momentos inusitados na relação a dois



Ter um dia certo para transar é a realidade de muitos casais. Seja pela correria do dia a dia ou pela comodidade, alguns homens e mulheres reservam em suas agendas um momento certo para o sexo. Para muitos, isso pode parecer um problema, mas o psicólogo Matheus Vieira acredita que, se o casal está feliz dessa maneira, não deve se preocupar com as expectativas criadas pela sociedade.

Já a psicóloga Martha Daud supõe que, na maioria das vezes, isso acontece porque os casais esquecem de cuidar da relação e quando percebem caem na rotina. “É o início do fim nos padrões dos relacionamentos atuais”, diz. No entanto, Martha ainda ressalta que, assim como as surpresas, a rotina também tem um lado benéfico para os relacionamentos.




Isso é prejudicial à relação?
Segundo Matheus, buscar atender aos ideais da sociedade pode prejudicar a relação, mas a frequência sexual do homem e da mulher pouco interfere quando ambos estão satisfeitos. “Por outro lado, se um membro do casal quer transar mais do que o outro, é preciso rever a relação”, alerta. Nesses casos, é preciso conversar sobre as emoções e a sintonia da dupla. Se há insatisfação de uma das partes, a atitude pode sim prejudicar a relação.





Momentos inusitados
“Nem sempre quando marcamos hora para fazer o sexo estaremos com vontade pra isso”, afirma Martha. A saúde da relação se dá com a intenção comum em dar certo e fazer as coisas funcionarem. Por isso, é importante manter a espontaneidade na vida a dois. O psicólogo defende que o relacionamento alimenta-se do mistério, das incertezas e da individualidade de cada um. “É esse movimento, essa dinâmica que dá vida ao relacionamento, ao prazer do relacionamento”, completa Matheus.

Se o clima da relação está esfriando, procure entreter o seu par, deixando-o com vontade de estar em sua companhia. Inove entre quatro paredes!

A certeza, a calmaria e a tranquilidade podem ser um veneno para os casais. Para que o relacionamento seja duradouro e saudável é preciso promover a “fome”, o constante querer. “Como em uma brincadeira de gangorra na qual ora um está no alto ora o outro. Quando a gangorra para a brincadeira acaba”, finaliza Matheus.

Liberte-se de dez mitos que prejudicam a sexualidade

Para que os dois sejam felizes na cama é preciso conversa, cumplicidade e sinceridade





Que fazer sexo é bom, todo mundo sabe. Mas quem nunca se sentiu inseguro ao sugerir alguma prática polêmica ou não saber direito como agir quando acontece o inverso? Para não passar mais por saias-justas, especialistas apontam dez mitos da sexualidade entre homens e mulheres – e ainda ensinam como combatê-los. “É preciso permitir-se. Sexualidade é uma troca e cada parceria define a melhor forma para os dois, em que ambos estejam felizes e satisfeitos. Daí a importância da conversa, cumplicidade e sinceridade”, explica Glene Rodrigues, ginecologista e terapeuta sexual.

Dez mitos que bombardeiam a sexualidade

1. O casal tem que chegar ao orgasmo ao mesmo tempo.

“Homens e mulheres têm sensibilidade e tempos diferentes. Por isso, esse fato é raro e não é necessário que aconteça para mostrar que a relação a dois é boa. Mas uma coisa é certa: a mulher precisa estar bem relaxada, estimulada e envolvida para chegar ao orgasmo junto com o parceiro. Uma dica para as mulheres é praticar exercícios musculares de pompoarismo. Eles as ajudam a ter mais controle da região, a desinibir e facilitam a chegada ao ápice do prazer”, declara Valéria Walfrido, terapeuta corporal, sexóloga e escritora.

2. Só é possível alcançar o orgasmo vaginal na transa – e apenas um por relação.

Dá para ter (vários!) orgasmos manipulando brinquedos, como vibradores, e sem a participação do parceiro. “É libertador saber que não se depende dele para se sentir atraente e sensual e que, sempre que quiser, você pode se dar prazer até atingir o clímax. Da mesma forma, é bom saber que se conhecemos bem nosso corpo, o que nos excita e nos torna orgásticas, então o sexo com o parceiro só tende a melhorar”, afirma Jenny Hare no livro “Orgasmos: como chegar lá” (Editora BestSeller).



3. A mulher tem que ter orgasmo vaginal em toda transa.

“Grande parte das mulheres não sabe nem o que é orgasmo porque, pela nossa cultura machista, muitas ainda têm vergonha de se descobrir e se tocar. A sexualidade da mulher só é despertada quando ela tem envolvimento sexual por masturbação. E o primeiro passo (e o mais fácil) é chegar ao orgasmo clitoridiano. Eu diria que ela precisa estar estimulada, relaxada e segura de si para ir em busca do orgasmo vaginal.”, comenta a ginecologista e sexóloga Denise Coimbra.

4. Só de olhar para um pênis ereto a mulher já começa a lubrificar.

“Homens e mulheres são diferentes na hora do prazer. A mulher pode demorar até vinte minutos para se excitar, enquanto a maioria dos homens leva segundos. Por isso, é necessário que o parceiro entenda que ela precisa, sim, das preliminares”, aponta Glene Rodrigues.



5. Quanto maior o órgão dele maior o prazer dela.

“Esse mito se forma quando o homem ainda é moleque. Homens confundem performance sexual com tamanho ou forma de órgão, e isso é algo irrelevante para a mulher. Tanto aquele que tem o membro avantajado quanto o de tamanho normal ou inferior deve ser mais carinhoso, compreensivo e habilidoso nas preliminares. Para a mulher, o sexo é um conjunto de ações e não só a penetração em si”, lembra Valéria.

6. Pênis muito grande prejudica a mulher durante e depois da relação.

Tem quem pense que um instrumento masculino grande e grosso pode deixar a vagina mais larga. “Isso é mentira. A vagina é elástica e capaz de adaptar-se a qualquer tipo e tamanho de membro, desde que a mulher esteja devidamente excitada e em posições confortáveis”, afirma Valéria Walfrido, terapeuta corporal, sexóloga e escritora.



7. Elas preferem estímulo no clitóris bem rápido e forte, como na masturbação masculina.

“Isso é mito. A região do clitóris é tão sensível quanto a cabeça do pênis e a forma como ela é tocada faz toda a diferença. Grande parte das mulheres atinge o prazer quando o parceiro sabe estimular de maneira dosada e inconstante (misturando o toque mais rápido com outros mais lentos e demorados) esta região tão importante. É por isso que o sexo oral nas preliminares ou mesmo um estimulador ou massageador usados a dois ajudam muito”, diz Glene.

8. Elas gostam de penetração com força no sexo anal.

“Nenhuma mulher gosta de penetração muito rude nessa área, já que se trata de uma região extremamente sensível, irrigada por vasos e nervos. Mas, quando estimulada de maneira correta, com carinho e calma, pode dar prazer. Outro problema é que o ânus não tem a mesma lubrificação da vagina. Daí a importância do uso de lubrificantes, do preparo para o sexo anal e do cuidado do parceiro para que tal ação seja orgásmica para ambos”, ensina Valéria.



9. Sexo anal provoca hemorroidas e deforma o ânus.

“A hemorroida é uma dilatação de um vaso sanguíneo e ocorre por outros fatores. O ato sexual nessa região não provoca o problema, mas causa dor e desconforto para quem já o tem. E a afirmação de que o local se alarga é falsa: o ânus não pode ser alargado. Mas é claro que, dependendo de como a prática é feita (sem lubrificação, com ferocidade e sem calma), pode causar rupturas – machucados na região – e comprometer sua função”, explica Denise.

10. Homem que curte ser estimulado “por trás” (mesmo que por uma mulher) é homossexual.

A sexóloga Regina Navarro Lins escreve sobre este tema, que considera controverso. Em “O Livro de Ouro do Sexo” (Editora Ediouro), a especialista cita um estudo, realizado nos Estados Unidos, que ouviu 7.239 homens entre 13 e 97 anos. Publicado em 1981, o Relatório Hite revelou que a maioria deles – heterossexuais ou homossexuais – curtiu a experiência da penetração anal. “Isso lhes deu sensações de profundo prazer e realização. Muitos homens disseram que o orgasmo, quando acompanhado de estimulação anal, podia ser fisicamente delicioso”, escreve Regina.