Saiba como elas gostam que seja o sexo oral

Considerado a cereja do bolo entre as preliminares, o sexo oral agrada homens e mulheres. 


No entanto, quando é bem feito. O público feminino é exigente e, por vezes, desiste de obter prazer com a prática por não conseguir instruir o parceiro a fazer da forma mais agradável. O Terra conversou com elas e a primeira regra básica para não decepcionar a parceira é ter “calma” e ir sem “sede ao pote”. “Os homens às vezes acham que a língua deles é uma máquina de lavar e fazem muito rápido perdendo totalmente a graça”, disse a assistente administrativo T. M.

“Querer ser muito apressado é um erro”, disse a assessora de imprensa N. S. “Fazer a gente gozar muito rápido”, afirmou a secretária V. L. L. “Querer fazer logo, sem beijar e sem carinho”, complementou a assessora política S. R. Diante disso, está mais do que claro que o sexo oral exige tempo reservado só para ele. Um homem que não sabe fazer é decepcionante, segundo a assistente contábil T. S.

Os homens às vezes acham que a língua deles é uma máquina de lavar


A segunda regra é o sexo oral acontecer antes do ato em si, já que é uma preliminar. As entrevistadas disseram que precisa haver higienização antes de o homem “fazer o trabalho” e, é claro que, após a relação sexual, não são bem estas condições encontradas na região. “Tem que estar tudo limpo, cheiroso e a depilação em dia”, detalhou S.R. “Sem higiene nunca”, determinou T.M. Além disso, fazer antes “ajuda a esquentar o clima”, completou T.S.

A velocidade dos movimentos deve acompanhar as reações da mulher, segundo elas. “A língua precisa ser suave, com movimentos nem tão rápidos, nem tão devagar”, afirmou V. L. L. “Fazer mais lento é gostoso e íntimo, mais acelerado é excitante e selvagem tudo depende do momento”, detalhou T.M.


A primeira regra básica para não decepcionar a parceira é ter calma e sem ir sede ao pote


Também vale prestar atenção no local em que o estímulo proporciona mais excitação. “Chegar ao ponto G é essencial, é ali no clitóris que sentimos mesmo o quanto está sendo bom o sexo oral”, disse N.S. “A dica para os homens é acariciar com a língua bem no ponto”, complementou S. R. A melhor forma de descobrir o segredo para o sexo oral na mulher é o diálogo com a parceira: “se estiver em dúvida se está ou não agradando, pergunte. Sexo é exploração e você nunca vai saber se não perguntar”, aconselhou T. M.

Chegar ao ponto G é essencial , é ali no clitóris que sentimos mesmo o quando está sendo bom o sexo oral


Um dos erros comuns dos homens, de acordo com a analista de comércio exterior J. S. , é encontrar o "lugar certo e ficar trocando ou mudando" e "demorar muito", diz Q. F. Segundo J. S., não adianta "ficar lá uma eternidade e não obter resultado". Para dar prazer à mulher, é preciso empenho, não ficar "vagando à toa" e encontrar o lugar certo, disse J. S. Para não errar, o conselho de Q. F. é "estar com tesão de fazer".

15 tipos de sexo

Às vezes a pura atração física já vale uma noite de sexo


O período entre os 20 e 30 anos é marcado, geralmente, por muitas descobertas. Profissionalmente, emocionamente e, claro, sexualmente. A vida sexual é experimentada com mais intensidade e variedade, e por isso o site Huffington Post listou 15 tipos de relações que você pode ter - ou já teve.

Ruim
Simples assim. às vezes você ainda não sabe o que quer ou como quer, e o seu parceiro também não sabe direito o que está fazendo. É normal. E disso resulta uma noite não muito boa.

Por conveniência
Ele mora no seu prédio, ou é aquele amigo do amigo que mora a três quarteirões. Uma noite entediada, sem nada para fazer, você esbarra nele e pronto: está feito o convite. Pode não ser ótimo, pode não ser ruim, apenas é conveniente.

Uma noite só
Algumas experiências não foram feitas para serem repetidas. É provável que você acorde ao lado de uma pessoa que mal conhece, com quem trocou algumas palavras no bar na noite anterior. E a vontade de pegar as roupas do chão e sumir faz com que seja isso mesmo o que você faça, até ligar para os amigos e marcar um café da manhã com pessoas com quem você realmente queira conversar e passar mais de uma noite junto.


"Eu namoraria com você"
Talvez por envolver sentimentos, este tipo de sexo seja um dos mais assustadores. Você se sente vulnerável, e por sentir algo pela pessoa, você se preocupa com o que ela quer, como ela quer, e espera que saia tudo certo.

Lugares inusitados
O banheiro de um avião, o corredor do hotel, o carro, a cama de seus pais. O que importa não é só o lugar, mas a sensação de carpe diem, de fazer algo por impulso e, por que não, para ter uma boa história para contar.

Embriagada
Provavelmente não será a melhor experiência porque você não se lembrará de nada no dia seguinte, mas o lado bom é que você não irá se importar. Só não se esqueça de usar proteção.


Amigável
Em algum momento, você e aquele amigo vão chegar à conclusão de que é uma ótima ideia dormirem juntos - mas não será. De toda forma, o que podem conseguir é uma relação de amizade colorida que eventualmente termina com os dois nunca mais se falando ou, com sorte, um romance.

Sozinha
Sexo sozinha é uma ótima maneira de aprender mais sobre você e seu corpo. Uma mulher merece sentir prazer estando com alguém ou não. Quando chegar nos 30, já saberá como ter prazer - com ou sem ajuda.

Inexistente
Sendo realista, haverá períodos em que você não fará sexo. Sempre há o período da "seca". Pode parecer frustrante, mas é bom para pensar o que você realmente quer de suas relações.


Conciliatório
Se você estiver namorando nos seus 20 anos, inevitavelmente irão brigar, e não serão brigas discretas. Gritos, discussões, lágrimas. Os 20 anos servem para todo esse teatro. E depois, vocês podem canalizar toda essa raiva em um sexo vigoroso e extremamente prazeroso. Pode não consertar tudo o que há de errado no namoro, mas pelo menos é uma maneira de se conectar com o outro.

Por vontade
Todo mundo tem um, dois, dez paqueras aos 20 anos. Eventualmente você terá a chance de dormir com deles que já lhe rejeitou ou menosprezou.Pode não ser ótimo, você pode não se sentir melhor depois, mas vale de alguma coisa.

Feriado
Festas de final de ano, feriados, e você pega o ônibus de volta para sua cidade natal. Parentes, família, amigos antigos. Você reencontra pessoas da época de ginásio, marca uma saída e, de repente, sente uma conexão com alguém. Pronto. Um sexo descompromissado, que pode até se repetir depois, na próxima viagem.


Só mais uma vez
Vocês já se separaram, seus amigos concordam que ele não faz bem a você, mas o reencontro acaba com uma noitada na cama "só mais uma vez". Fisicamente, não há como negar, a sensação é ótima. Mas a queda emocional que segue a situação pode fazer com que você se arrependa profundamente.

"Troca de favores"
Às vezes vocè precisa de ajuda para rearrumar os móveis da casa, ou para arrumar o carro que parou no meio da rua. Agradecer o favor com sexo é um prazer puramente físico que não faz mal a ninguém de vez em quando.

É isso
Com sorte, aos 20 anos você terá aquele momento em que pensa "é isso. Isso é como todo sexo deveria ser". Pode ser com um grande amor, com uma noite só, com uma paquera do passado, não importa. A conexão sexual estava lá. Uma vez sentido isso, tente reproduzir essa sensação quantas vezes for possível!

Dicas para prolongar a ereção


Exercício físico
Do ponto de vista físico, além do coração, a musculatura abdominal, dorsal, e pernas precisam estar aptas e flexíveis para as contrações, posições e brincadeiras inerentes ao ato sexual prolongando o prazer. As respostas cardiovasculares durante o ato sexual tanto da pressão arterial como freqüência cardíaca costumam ser similares às do exercício físico. Ou seja, aumentam até atingir o orgasmo e diminuem durante o descanso. O bom condicionamento físico, como quase tudo na vida, faz a diferença no tempo de prazer, então treine os dois.


Masturbação
O sexo solitário pode ser usado até como tratamento para a ejaculação precoce, sabia? Por isso, você pode treinar e aprender a controlar a ejaculação, nada daquela rapidinha, tente um momento a só que você esteja com tempo livre e fique pro bastante tempo antes de ejacular, assim seu organismo se acostuma com o tempo para ejacular.


Capa e/ou anel peniano
Capa – As capas penianas podem ser um aliado importante nesse processo para prolongar a ereção, além de intensificar a estimulação feminina, pois existem modelos com estimuladores e até com capsulás vibratórias que estimulam o clitóris. Umas mais finas que as outras conforme a sua necessidade, não tira toda sensibilidade do pênis mas reduz bastante, ocasionando a prolongação da ereção. IMPORTANTE as capas não substituem as camisinhas.


Anel – Os anéis penianos são menos eficazes em relação as capas para prolongar a ereção. Mas são muito eficazes também. Posicionadas na base do pênis, elas reduzem a circulação sanguínea que passa pelo corpo fazendo o sangue que esta ali se manter por mais tempo. Assim como as capas também existem diversos modelos, para prolongar a ereção recomendamos o modelo mais simples o Anel Mega Strech, existem outros modelos com vibro e até com Led’s que acendem.


Gel prolongador de ereção
Os géis prolongadores de ereção tem sido um sucesso de venda em todas Sex Shop, eles simplesmente reduzem a sensibilidade da glande peniana, o que já é suficiente para garantir alguns bons minutos a mais de prazer a dois.

Músicas para transar gostoso,...

Para quem gosta de sair da rotina entre quatro paredes, nesta quinta-feira não devem faltar inspirações. 




Porém, há casais que não precisam de tanta inspiração para a noite valer a pena. Com a ajuda da trilha sonora certa, você pode relaxar e deixar o ambiente perfeito para uma comemoração bem íntima.

Pensando nisso, segue uma seleção de 25 músicas perfeitas para ouvir entre quatro paredes, incluindo as clássicas, outras mais atuais e indicações. Confira abaixo a lista, prepare a sua playlist e curta...

As clássicas


1. Tonight’s The Night, Rod Stewart



2. Do That To Me One More Time, Captain & Tennille



3. Let’s Get It On, Marvin Gaye



4. Kiss All Over, Exile



5. I want your sex, George Michael



Músicas atuais para esquentar o clima


6. Sex On Fire, Kings Of Leon



7. Use Somebody, Kings Of Leon



8. Sincerely, Jane, Janelle Monáe



9. Crystalised, The XX



10. Basic Space, The XX



11. All That I’ve Got, The Used



12. I Caught Fire, The Used



13. Mamma Knows Best, Jessie J



14. Too Close, Alex Clare



15. Criminal Mind, Fiona Apple



16. Stroker Ace, Lovage



17. P.D.A., John Legend



18. Everything is in the Right Place, Radiohead



19. Damned If I do, Jace Everett



20. I’m goin’ down, Mary J Blige




Sugestões:



21. Cockiness , Rihanna



22. 21 Questions, 50 Cent




23. Glory Box, Portishead




24. Girl You’ll Be a Woman Soon, Urge Overkill




25. Blue Jeans, Lana Del Rey



Casamento com um bissexual

Bissexualidade em foco...




Com transparência, é possível ter relação saudável com um bissexual, segundo especialistas
Os telespectadores que acompanham "Amor à Vida" sabem o quanto é complicada a relação entre Edith (Bárbara Paz) e Félix (Mateus Solano), de quem ela sempre cobrou mais fogo e paixão, principalmente na cama. Apesar de o vilão ter confessado sua atração por homens, também mostrou que não queria perder a mulher quando ela ameaçou pedir o divórcio. O relacionamento, portanto, não se desfez por inúmeros motivos: manter as aparências, trocas de interesses, segredos de família, mas, também, carinho e cumplicidade.

Em alguns momentos da trama de Walcyr Carrasco, há a impressão de que Félix nutre algum tipo de sentimento sincero pela mulher. Seria ele bissexual? Ficção à parte, não é tão raro encontrar casais formados por um hétero e um bissexual que conseguem construir uma vida a dois.





Conforme observações clínicas da psicóloga Raquel Fernandes Marques, o desejo afetivo/sexual do bissexual tende mais para a heterossexualidade ou para a homossexualidade em determinadas fases da vida.

"Na adolescência e no início da fase adulta, os relacionamentos bissexuais são mais frequentes. Depois, surge o desejo de constituir família, ter filhos e então os casamentos heterossexuais são mais comuns".


Nessa fase, é possível viver um casamento feliz, pois, em geral, o bissexual se sente realizado dentro de uma relação heterossexual. O desejo por pessoas de mesmo sexo aparece como secundário ou nem aparece, segundo ela.



"Logo, esse casamento pode dar certo, ou não, em função de vários outros fatores que não a bissexualidade -esta pode se transformar em um problema quando o desejo homossexual voltar à tona e a sua supressão começar a trazer sofrimento", declara Raquel.

Para a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar, uma relação entre um "bi" e um hétero é viável, sim, quando existe amor e, sobretudo, sinceridade. "Tem de haver transparência para dar certo. O parceiro hétero tem de saber de tudo, porque se descobrir a bissexualidade do outro depois do casamento se sentirá traído, e com razão", afirma.

Ela diz que alguns bissexuais escolhem a relação heterossexual por amor e optam por sublimar o outro lado –ou o vivem apenas na fantasia, por meio de filmes, da internet etc. "Mas há os que procuram parceiros fora do relacionamento. Se esse for o desejo, o ideal é jogar aberto e combinar antes para ver se o outro topa", declara.



Há casais que lidam com muita naturalidade com essas questões, pois a autoestima, a autoconfiança e o autoconhecimento de ambos e do que representa a relação proporcionam segurança e lealdade, permitindo que vivam felizes conforme regras próprias, claras e bem definidas.


"Casamentos, sejam de qual tipo forem, não se sustentam apenas pela sexualidade, mas por vários outros fatores", diz o psicólogo Klecius Borges, especialista em terapia afirmativa para gays, lésbicas, bissexuais e seus familiares e autor do recém-lançado "Muito Além do Arco-Íris – Amor, Sexo e Relacionamentos na Terapia Homoafetiva" (Edições GLS).

Segundo Klecius, as dificuldades encontradas por casais formados por um parceiro bissexual e o outro heterossexual costumam ser as mesmas dos pares convencionais: ciúme, insegurança, rotina, libido em baixa, autoestima frágil etc.



"São problemas que costumam ocorrer quando o bissexual não lida de forma saudável com sua orientação sexual, tentando escondê-la ou sentindo vergonha e culpa. Isso pode causar muito sofrimento ao parceiro e criar uma situação de desconfiança".


Segundo a psicóloga Sandra Samaritano, os principais inimigos dessa relação são a ausência de diálogo e a falta de cumprimento da proposta individual de cada um. "Essas questões podem gerar fantasias que provocam ciúme, insegurança e, muitas vezes, infidelidade".



A terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic alerta para o fato de que muitas pessoas –em grande parte, mulheres– embarcam nesse tipo de relacionamento a fim de encarar um desafio pessoal. "Elas querem exercer a autoafirmação do seu poder sensual ao tentar converter o marido à heterossexualidade", diz. Negar a realidade, seja qual for a situação, é o primeiro passo para condenar a união ao fracasso.

Sexo pode fazer você parecer 7 anos mais jovem

A prática regular pode trazer uma série de benefícios ao organismo, entre elas, a jovialidade





Sabe aquela fórmula da jovialidade que as pessoas buscam em cremes caros e tratamentos estéticos milagrosos? Ao contrário do que todos pensam, uma pesquisa recente acaba de revelar que o segredo para uma aparência linda e saudável pode estar entre os lençóis.

Dr. David Weeks – do setor de psicologia do Royal Edinburgh Hospital, no Reino Unido –, explica que homens e mulheres com uma vida sexual ativa são donos de uma aparência de 5 a 7 anos mais jovem do que sua verdadeira idade. O pesquisador, que passou 10 anos entrevistando homens e mulheres de todas as faixas etárias,revela que pessoas de qualquer idade podem aproveitar os benefícios do sexo.

Entre aqueles que tinham uma aparência mais jovial e pertenciam ao grupo de 40 a 50 anos, foi possível notar que eles mantinham relações com uma frequência 50% maior do que as outras pessoas. Isso significa que eles faziam sexo três vezes por semana, em média, em vez de apenas duas.



O pesquisador explica que o segredo da jovialidade transmitida pelo sexo está no prazer. Além disso, durante a relação o organismo libera endorfinas, que são substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. As endorfinas ainda agem como analgésicos naturais que eliminam dores, diminuem a ansiedade e facilitam o sono. Já o esforço físico age melhorando a circulação sanguínea, o que é fundamental para a saúde do coração e deixa a pele com um aspecto renovado.

De acordo com o jornal The Daily Mail, as vantagens não param por aí: o hormônio do crescimento é liberado enquanto fazemos amor, o que pode aumentar a elasticidade da pele e diminuir os riscos de aparecimento de rugas. O sexo também ajuda a queimar gorduras e eliminar toxinas que prejudicam o sistema imunológico, enquanto o alívio do stress é suficiente para garantir uma boa noite de sono.



“A satisfação sexual é um dos principais fatores que contribui com a qualidade de vida, ficando lado a lado com a espiritualidade ou religiosidade e outros fatores morais, então atitudes positivas com relação ao sexo devem ser enfaticamente promovidas”, finaliza o Dr. Weeks.

Você conhece os sinais que revelam se a pessoa é boa de cama?

Especialista acredita que é possível prever como será a relação a partir de alguns comportamentos




Todo mundo já deve ter se perguntado se é possível saber se uma pessoa é boa de cama antes de precisar estar entre os lençóis. Pois Tracey Cox, especialista em sexualidade e colunista do jornal britânico The Daily Mail, revela que existem alguns sinais que podem indicar como será a relação entre quatro paredes.

Para ela, o que vestimos, o que comemos e como nos portamos são um reflexo de nossa sexualidade e, por esse motivo, excelentes indicadores do nosso comportamento em momentos de intimidade. Então, para tentar prever como será a relação, é preciso estar atenta a alguns sinais.

A maneira de comer
Um bom apetite pode indicar uma boa libido. De acordo com a especialista, existem pessoas que comem para viver e outras que vivem para comer e aproveitar os prazeres da vida. Por isso, Tracey Cox revela que é melhor apostar em uma pessoa fora de forma, mas que come com gosto, do que em um parceiro sarado cheio de cerimônias na hora da refeição.



Preste atenção na maneira como a pessoa come para tentar desvendar como seria seu comportamento na cama. Se ela não gosta de experimentar comidas exóticas, dificilmente estará disposta a abrir o Kama Sutra entre quatro paredes, brinca a especialista.

A maneira de falar
Pessoas monótonas e com pouca expressão facial são rasas. Falta de entusiasmo durante uma conversa pode indicar falta de entusiasmo na cama também. Se alguém fala com as mãos – até quase acertar o garçom – isso mostra que ela é cheia de vida e paixão. Assim fica fácil imaginar como as coisas ficarão quando estiverem a sós.



A maneira de segurar sua mão
O jeito que as pessoas – especialmente os homens – seguram a mão de seus parceiros pode ser um grande indicador de como elas se comportam na cama, afirma Tracey Cox. Manter os dedos entrelaçados pode apontar pessoas altamente erotizadas, pois, ao tocar todas as partes da sua mão, elas revelam o desejo de estarem física e emocionalmente conectadas.



Por outro lado, aqueles que seguram sua mão na posição “palma com palma” demonstram afeição e aceitação, mas têm pouquíssimas chances de surpreender entre quatro paredes.

A maneira de socializar
Tracey Cox revela que, em geral, quanto mais desinibida e sociável uma pessoa for, maiores são as chances dela se comunicar bem na cama. Quanto mais as pessoas se comunicam, mais confortáveis elas se sentem com os outros e isso faz com que os parceiros se conectem sexualmente.



A maneira de sentar
O lugar em que a pessoa se senta quando vai tomar um café ou jantar pode ser bastante revelador. Caso a pessoa escolha se sentar olhando para você em vez de se posicionar de frente para as outras pessoas, você já saiu ganhando. Escolher uma maneira de focar toda a sua atenção no parceiro mostra que as coisas só devem melhorar quando chegar a hora H.

A maneira de tocar os outros
Mais uma vez, a especialista revela que é preciso estar atenta na maneira com que o seu pretendente se relaciona com os outros. Pessoas rígidas, distantes e que não permitem que os outros invadam seu espaço não costumam ser muito abertas a intimidades. A distância física pode ser um reflexo da distância emocional e sexual. Quanto mais uma pessoa expressar suas emoções, mais apaixonado será o sexo.



A maneira de beijar
Logicamente, o beijo pode revelar muito sobre uma pessoa. Tracey Cox recomenda que se o beijo for bom, você pode seguir em frente. Por outro lado, se no primeiro contato mais íntimo a coisa não funcionar, é melhor não arriscar ir mais longe.

Homens que seguram o rosto de suas parceiras com as mãos revelam romantismo e isso também pode indicar que são amantes intensos e que querem atenção recíproca. Se o seu pretendente passou algum tempo descobrindo os prazeres do beijo antes de tentar avançar para aquele beijo de tirar o fôlego, existem chances de que ele não queira apressar as coisas e valorize as preliminares.



Ser levemente carregada durante o primeiro beijo também é um bom sinal, assim como notar pequenos suspiros ou gemidos.

Sexo é um ótimo remédio para curar a dor de cabeça

Pesquisa mostra uma relação sexual pode minimizar ou eliminar os incômodos da enxaqueca



Você já deve ter ouvido aquela velha história da pessoa que sempre tem dor de cabeça quando não está no clima para fazer sexo. No entanto, essa desculpa está com os dias contados. Uma pesquisa realizada na Universidade de Munster, na Alemanha, comprovou que a atividade entre quatro paredes pode ser muito benéfica quando o assunto é dor de cabeça.

Ótima notícia para aqueles que sofrem com enxaquecas frequentes, a pesquisa descobriu que a atividade pode chegar a ser mais efetiva do que pílulas e remédios em alguns casos. E a explicação para o fenômeno estaria na liberação de endorfinas – os analgésicos naturais do corpo – que atuariam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo ou eliminando a dor de cabeça.



“Nossos resultados mostram que a atividade sexual durante uma crise de enxaqueca pode amenizar ou até mesmo curar a dor em alguns casos. E a prática durante uma crise é um comportamento usual”, explicam os pesquisadores de acordo com a notícia do jornal The Daily Mail.

Para chegar a esses resultados, neurologistas alemães coletaram dados de 400 pacientes que sofriam de dois tipos diferentes de dor de cabeça e fizeram tratamento por mais de dois anos. Eles descobriram que 33% dos voluntários já haviam feito sexo durante as crises.



Destes, 60% dos pacientes com enxaqueca e 36% dos participantes que sofriam com dores de cabeça tiveram uma melhora em seus sintomas. Os números ainda revelam que 19% relataram uma melhora total dos sintomas, 51% sentiram um alívio moderado e 29% reportaram uma leve mudança.

“No total, 42,7% dos pacientes com enxaqueca sentiram uma melhora de pelo menos 50%, um número tão alto quanto os resultados de estudos com medicamentos”, afirmam os pesquisadores.



O estudo completo foi publicado no Cephalalgia, um periódico do International Headache Society.

Lubrificantes dão aquela ajudinha na hora H

Com a ajuda dos produtos, o sexo flui melhor. Mas é bom checar o rótulo antes de se aventurar e acabar se machucando. Procure no rótulo!




Evite os lubrificantes que contêm os seguintes ingredientes:

Parabeno: não é recomendado o uso dessa substância durante a gravidez.

Glicerina e açúcares: podem causar infecções genitais.




Dietanolamina (DEA): está relacionada a câncer de estômago, esôfago e bexiga. não vale a pena  correr esse risco!

Filme pornô para mulheres

O sexo nos filmes pornográficos para mulheres têm mais preliminares





A pornografia sempre foi muito mais presente no universo masculino do que no feminino. A maioria dos conteúdos é voltada para o olhar e o desejo dos homens. Mas depois de décadas de domínio machista esse cenário está mudando. O interesse das mulheres por pornografia vem crescendo e a prova disso é que já existem até cineastas produzindo filmes feitos especialmente para excitar o público feminino.

Algumas mulheres resolveram assumir o trabalho atrás das câmeras e investir em produções que traduzissem melhor o prazer e as fantasias femininas. Uma delas é Erika Lust, cineasta sueca, radicada em Barcelona, na Espanha, que decidiu fazer filmes eróticos motivada por suas próprias necessidades. "Senti que minha visão sobre o sexo e meus desejos não estavam sendo representados na maioria dos pornôs disponíveis. Resolvi fazer o tipo de filme erótico que eu queria ver", conta. "Lust" significa luxúria em inglês.




Esse movimento que coloca a mulher no foco do prazer está sendo chamado de "feminist porn" (pornô feminista, em tradução literal). Nesse tipo de produção cinematográfica, o sexo também é explícito, porém outros aspectos são mais valorizados, como a história, o cenário e a iluminação. As atrizes costumam ter corpos mais imperfeitos e realísticos, com menos silicone e mais celulite, o que também ajuda a gerar maior identificação entre as mulheres.

Apesar do surgimento dessa vertente alternativa, gostar de pornografia é ainda tabu para muitas mulheres. Além disso, as preferências costumam ser bem diferentes entre os gêneros.



Segundo a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade Feminina Escola Paulista de Medicina (da Unifesp), a pornografia masculina é basicamente genital, ou seja, centrada nos closes e nas cenas sexuais, o que, em geral, não agrada às mulheres. "Elas gostam de uma pornografia mais elaborada, com enredo".

A sexóloga afirma que algumas mulheres têm um sentimento de rejeição à pornografia porque não se permitem conhecer e experimentar. "É uma questão de descoberta. Se forem ver sem preconceito, dispostas a analisar seus sentimentos e suas sensações, muitas podem gostar", explica.

Carolina indica com frequência o consumo de pornografia, inclusive os pornôs feitos para mulheres, para suas pacientes com disfunções sexuais. "Acho legal, por exemplo, o casal assinar um canal erótico para assistir junto. É muito positivo porque é algo que faz pensar em sexo, aumenta a excitação. Também recomendo muito os contos eróticos".


A estudante de Direito Nathalí Macedo assume que consome pornografia, porém diz que não gosta de assistir aos filmes convencionais, produzidos para o público masculino


AS PARTICULARIDADES DO "PORNÔ FEMINISTA"

A cineasta Erika Lust começou a fazer filmes pornográficos voltados para mulheres em 2004. Mas ela conta que recebe muitos elogios de homens e casais sobre o seu trabalho. Ela explica um pouco mais sobre as diferenças entre o pornô masculino e o feminino.

O que é o pornô feminista?
A principal diferença diz respeito ao fato de as mulheres envolvidas no filme serem ou não agentes do seu próprio prazer sexual. O filme feminista mostra a mulher realmente recebendo prazer, ao passo que o filme convencional mostra a mulher como veículo para o prazer do homem. Olhe para os seus rostos, para as posições em que elas estão. Será que ela teve um orgasmo?



O que você mostra e o que não mostra em seus filmes?
Como regra geral, filmo o que pessoalmente acho sexy. Entre as coisas menos sexy para mim estão a violência, as ejaculações e o sexo anal, três coisas que são quase garantidas no pornô convencional. Não é que não vejo a possibilidade de essas coisas serem incrivelmente estimulantes, apenas pessoalmente não encaro dessa maneira e quero permanecer fiel à minha visão de sexualidade.

Muitas pessoas acham que as mulheres não são tão visuais quanto os homens. E você?
Muitas pessoas pensam isso, mas eu, não. Para mim e para muitas mulheres, o fato é que o visual por si só não excita. As lembranças de experiências pessoais, fantasias, o ambiente, o contexto: tudo isso é muito importante. Mulheres como eu gostam de se identificar com o que estão vendo, o que simplesmente não é possível nos filmes comerciais ruins que nós associamos à pornografia.





Na internet

Ainda há poucas pesquisas sobre os comportamentos sexuais femininos relacionados à pornografia. Por essa razão, a psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, professora e investigadora do ISPA (Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida), de Lisboa, em Portugal, resolveu conduzir um estudo exploratório sobre o consumo de pornografia pela internet com 216 mulheres portuguesas. Entre essas, 57% disseram já ter visitado sites pornográficos e 7% gastam mais de seis horas por semana nessa atividade.

"Esse estudo serviu para perceber que as mulheres cada vez mais consomem pornografia, com intuitos bastante diversificados", afirma a pesquisadora. Ana Carvalheira acredita que o anonimato e a disponibilidade de conteúdos que a internet proporciona facilitaram o acesso da mulher à pornografia. "Antigamente era tudo mais escondido, existiam seções separadas nas locadoras, onde só se viam homens".



Apesar da facilidade de acesso, nem sempre é natural para as mulheres admitirem que também veem pornô. Não é o caso da estudante de Direito Nathalí Macedo, moradora de Alagoinhas, na Bahia, que afirma ter uma relação muito saudável com o sexo e reconhece sem problemas que consome pornografia. Entretanto, Nathalí sabe que não é assim tão simples para todas. "Muitas mulheres têm vergonha de assumir que gostam de ver pornô. Digo isso porque tenho amigas que assistem escondidas de seus companheiros".

A estudante também escreve contos eróticos em uma comunidade no Facebook e colabora com um blog de sexo. Mesmo sendo "cabeça aberta" para o tema, Nathalí não costuma assistir aos filmes pornográficos convencionais, por achá-los muito previsíveis e pouco excitantes.

Tamanho do pênis preocupa mais no vestiário que na cama...

O tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama com uma mulher.



Um estudo conduzido pela Victoria University, em Melbourne, na Austrália, concluiu que o tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama.

A pesquisa foi feita junto a 738 homens com idade entre 18 e 76 anos. A competitividade presente nas relações interpessoais do sexo masculino teria grande influência nesta preocupação.



Segundo declaração da doutora Chan Feng Yi, condutora do estudo, ao jornal inglês Daily Mail, "a preocupação masculina com o tamanho do órgão genital raramente está ligada à satisfação de sua parceira ou parceiro na cama, e sim à competição com outros homens".

"A maioria de nossos entrevistados se disse mais insegura com relação ao tamanho do pênis ou à forma física quando em ambientes que os expunham a outros homens do que durante o ato sexual."



Segundo Chan, o comportamento foi observado tanto em homens heterossexuais quanto em homossexuais — com ocorrência maior entre o segundo grupo. "A pesquisa mostra que as pressões da sociedade com relação a exibir uma boa forma física afetam hoje tanto as mulheres quanto os homens."

Casos de Aids diminuem, mas número ainda é alarmante; veja mitos e verdades

Conheça alguns mitos e verdades sobre Aids





Sexo oral transmite HIV. VERDADE: isso foi controverso durante muito tempo, mas várias pesquisas científicas comprovaram que é possível ser infectado desta forma. O contato com os fluídos durante o sexo oral, especialmente se há ferimentos na boca de quem pratica (gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dente), pode transmitir o vírus HIV. No entanto, o risco de infecção é menor, se comparado com outras formas de contágio (sexo vaginal, sexo anal e compartilhamento de seringas, por exemplo), segundo cartilha sobre Aids do Ministério da Saúde

Existem 490 mil brasileiros infectados com o vírus HIV, segundo dados da Unaids (órgão especial da ONU para a Aids). No mundo, esse número já chega a 33,5 milhões de pessoas. Apesar de toda a evolução no tratamento e prevenção da doença, ela ainda é considerada uma epidemia mundial, e apresenta números alarmantes.



De acordo com levantamento anual do Ministério da Saúde nacional, o número de brasileiros infectados pode ser bem maior do que o estimado pela Unaids: aproximadamente 530 mil. Por ano, são registradas uma média de 36 mil novos casos. Além disso, a pesquisa do Ministério aponta que um quarto dos brasileiros portadores do HIV não sabe que está infectado. Isso corresponde a cerca de 135 mil pessoas.

Apesar dos números altos, o avanço no tratamento da doença fez com que a Aids fosse considerada uma epidemia sob controle. "Muitas pessoas estão relaxando a prevenção e creditando ao coquetel (de medicamentos) a solução caso se contaminem", alerta Regina Figueiredo, coordenadora de Projetos em Saúde Sexual e Reprodutivos do Núcleo de Estudos para a Prevenção Aids (Nepaids) da USP e pesquisadora do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.

O vírus e a doença

Ter o vírus HIV é diferente de ter Aids. Isso porque muitas pessoas possuem o vírus, mas por meio do tratamento adequado, não manifestam a doença. Quando a pessoa é portadora do vírus – ou soropositiva – significa que ele está em seu organismo, mas não que ela vá, necessariamente, desenvolver a doença.

Porém, se não propriamente tratado, o vírus pode se proliferar e atacar o sistema imunológico da pessoa. "A Aids é uma infecção que atinge o sistema imunológico, facilitando que a pessoa adquira várias doenças e possa morrer por causa de suas complicações", explica Figueiredo.



A Aids se caracteriza por um conjunto de sinais e sintomas causados pela queda da taxa dos linfócitos CD4 (células muito importantes na defesa imunológica do organismo). Quanto mais a doença progride, mais o sistema imunológico fica comprometido, tornando cada vez mais difícil para o organismo se defender de infecções. Assim, um simples resfriado pode se tornar um problema muito difícil de resolver.

Com o sistema imunológico enfraquecido, o organismo fica mais sujeito a pegar infecções e doenças – que se tornam mais frequentes e agressivas conforme a doença progride. Doentes em estágio final podem pegar até cinco ou seis infecções oportunistas de uma só vez, então o organismo não consegue mais reagir e o paciente acaba morrendo.

Sinais de alerta

Os primeiros sintomas da doença podem ser tão leves que frequentemente são confundidos com um mal-estar passageiro. Mesmo quando se manifestam com mais intensidade, podem ser interpretados como os sintomas de uma virose. Por isso é importante fazer o teste – que permite a verificação da infecção com resultado na hora e está disponível em vários postos de saúde do país – para confirmar.



Os sintomas mais comuns são febre constante, manchas na pele, calafrios, diarreia constante, crescimento dos gânglios linfáticos e perda de peso, além de dores de cabeça, de garganta ou muscular. Geralmente, esses sintomas surgem de duas a quatro semanas após a pessoa contrair o vírus. Nas fases mais avançadas, é comum o aparecimento de doenças oportunistas como tuberculose, pneumonia e meningite.

Vivendo com o vírus

Até pouco tempo, a imagem de uma pessoa com Aids era de alguém acamado e extremamente magro. Felizmente, hoje em dia não é mais assim.  "O tratamento evoluiu muito, hoje temos vários medicamentos que proporcionam uma boa sobrevida e boa qualidade de vida. Muitas pessoas possuem o vírus e convivem com ele por muito tempo sem manifestar a doença", afirma o médico infectologista e imunologista Esper Kallas, professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e coordenador do comitê de retroviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).



Hoje em dia é possível até mesmo uma mulher soropositiva planejar uma gravidez e constituir uma família. O tratamento correto faz com que os riscos da "transmissão vertical" (da mãe para o bebê) sejam reduzidos para menos de 3%. Por isso o teste de HIV deve fazer parte dos exames pré-natais, para que o tratamento seja feito durante a gestação. "Se ela estiver fazendo o tratamento corretamente, a chance de infectar o bebê é muito baixa", aponta Kallas. No entanto, as mulheres portadoras do vírus HIV não podem amamentar.

Medicamentos

Atualmente, o tratamento é feito por meio de uma combinação de cerca de seis medicamentos (o famoso coquetel) que, combinados, são capazes de diminuir ao mínimo a carga viral. "Há pessoas que com o tratamento conseguem diminuir a taxa de vírus no organismo a ponto de ele não ser mais detectável", afirma Kallas. Mas o pesquisador alerta que isso não significa que podem se descuidar.

Desde 1991 o governo brasileiro implementou o fornecimento do coquetel na rede pública de saúde, com dispensa gratuita e universal – isto é, para todas as pessoas com Aids no país. "A distribuição do coquetel provocou uma 'revolução' no quadro da doença, que era de grande letalidade, tornando os portadores de HIV/Aids doentes crônicos em tratamento, e reduzindo a mortalidade em mais da metade dos casos", afirma Figueiredo.



Ainda assim, a Aids continua fazendo muitas vítimas. No Brasil, 11,5 mil pessoas morrem da doença todo ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No mundo todo, a Aids é responsável por 1,7 milhões de óbitos anualmente, segundo a Unaids.

A arma mais poderosa contra a doença, contudo, continua sendo a prevenção. E a melhor maneira de se prevenir é usando preservativos em todas as relações sexuais, já que essa é a forma de contágio mais comum.



À parte a distribuição do coquetel, o governo brasileiro distribui cerca de 800 milhões de preservativos masculinos e mais de dois milhões de preservativos femininos por ano. O último está disponível em todas as mais de 38 mil unidades básicas de saúde brasileiras, facilitando o acesso da população à prevenção sexual.

Além das relações sexuais desprotegidas, o HIV pode ser transmitido pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso essas são situações que exigem atenção especial.

Grupo de risco X comportamento de risco

Quando a Aids surgiu, no começo da década de 1980, ela afetava principalmente homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos. Por isso eles eram considerados grupos de risco. Hoje, porém, esse quadro mudou: o vírus se espalhou de forma geral, não mais se concentrando em grupos específicos. Por isso hoje em dia se fala em comportamento de risco, e não mais em grupos de risco.

"A Aids hoje está afetando especialmente mulheres jovens, que têm relações sexuais com parceiros variados ou fixos sem uso de proteção, além de mulheres idosas que acreditam que relações de longa duração afetiva envolvem fidelidade sexual", aponta Figueiredo.



Os usuários de drogas, no entanto, continuam sendo um grupo vulnerável à doença. "Antes, os viciados em drogas injetáveis tinham grande risco por causa do compartilhamento de seringas. Hoje, essas drogas perderam o espaço para as inaláveis. Mas os usuários tendem a ter um comportamento de risco, como fazer sexo sem segurança, o que faz com que continuem sendo um grupo que merece atenção especial", diz Kallas.