VÍDEO PORNO CASEIRO... VAMOS FAZER?

Gravar a transa de vocês pode até apimentar o relacionamento e aumentar sua autoestima. Rola uma vergonha? Siga nossas digas e se torne uma estrela pornô!




Que tal virar a protagonista do filme pornô favorito de seu namorado? Não, não se trata de uma ideia absurda! Gravar a transa pode apimentar até os relacionamentos que andam sem graça. “Neles, a mulher se sente uma profissional, e a fantasia de representar outra pessoa instiga ainda mais o sexo”, conta a sexóloga Maria Lúcia Beraldo. “Se você é tímida, comece gravando o sexo oral ou use uma lingerie que te deixe mais segura”, ensina. A partir daí, é só ir aumentando a intensidade das carícias à medida que se sentir confortável.

3 ótimos motivos para você fazer

* Reacende o tesão: se você e ele já ficam excitados vendo um vídeo pornô, um filme estrelado por vocês dois certamente vai aumentar mais ainda a vontade.

* É gostoso de assistir: “Filmes pornôs profissionais estão mais voltados para as fantasias masculinas”, diz Lúcia. Fazer o próprio vídeo é a chance de experimentar roteiros mais criativos e sensuais, do jeito que você quiser.



* Faz você se sentir mais sexy: no vídeo, você vai ver que é muito mais quente do que imagina, garota! Um filme pornô pode ser um caminho interessante (e delicioso!) para dar aquele up na sua autoestima! Se joga!

Cuidados básicos

Um tripé ou uma cômoda são ótimos para apoiar a câmera. Para o sexo ficar mais explícito no vídeo, as melhores posições são de quatro ou com você por cima.



Converse com ele sobre o que fazer com o filme gravado. O ideal é apagar depois de ver, para não correr o risco de parar na internet! Vai que vocês terminam de uma forma ruim e ele decide se vingar?

Nunca deixe o vídeo no celular, você pode perdê-lo ou ser roubada. Grave, assista e delete.

Casas de striptease podem salvar casamentos...

Autora derruba o mito de que o striptease causa ideias pouco realistas da imagem do corpo feminino 



Uma antropóloga que passou seis anos trabalhando como uma stripper, como parte de uma pesquisa sobre casas de striptease chegou à conclusão de que, ao contrário do que se possa imaginar, estes estabelecimentos podem ser a salvação para alguns casamentos. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

Katherine Frank, que mora em Washington, entrevistou 30 dos seus clientes regulares em diversas casas que ela trabalhou. Com base nesta pesquisa, escreveu o livro G-Strings and Simpathy: Strip Club Regulars and Male Desire, que fala sobre a relação entre as dançarinas e seus clientes. A publicação é uma adaptação de sua dissertação do PhD.



Ela derruba o mito de que o striptease causa ideias pouco realistas da imagem do corpo, afirmando que os homens têm uma ampla gama de gostos quando o assunto é o corpo feminino – muito mais ampla do que as mulheres acreditam.



No entanto, a antropóloga afirmou que ainda não simpatiza com a ideia de que o próprio marido visite casas de striptease com frequência, alegando que este é um hobby  muito caro.



Em entrevista à revista Salon, ela explicou como um dos capítulos do livro – que fala sobre casamento, monogamia e fantasias – contradiz a crença popular de que a intimidade de um casal pode ser afetada por estes clubes. “Para o homem que diz que é apaixonado pela mulher e quer permanecer casado, o que acontece nos clubes é transgressivo e real o suficiente para ser excitante, mas ainda é uma fantasia”.


Assumidamente feminista, Katherine disse que se tornou simpática aos frequentadores das casas de striptease. “Percebi que eles foram prejudicadas pela cultura machista também. Eles se sentem repulsivos, sentiam que suas mulheres nunca poderiam aceitar seus desejos ou que nunca poderiam pedir conselhos sobre sexo, porque deveriam, de alguma forma, saber de tudo”, observou.



Ela acrescentou ainda que para alguns homens há conflito entre os traços masculinos tradicionais e a necessidade de uma maior presença emocional. “Eles também ficam confusos pelo desejo da mulher de ser chamada de bela, mas não de ser vista como um objeto”, pontuou.



Quanto ao ato de se tornar uma stripper, Frank notou que a prática trouxe mais autoconfiança e também afetou sua atitude, de maneira positiva, em relação ao seu próprio corpo. Principalmente porque ela descobriu que os homens têm um conjunto de valores maior sobre o que constitui um corpo feminino bonito e sexy do que as próprias mulheres.

Qual a diferença de BALADA LIBERAL x BALADA SWINGUER ?

Ser liberal engloba um leque grande demais de comportamentos para se dizer que é a tudo a mesma coisa. 




Ser um casal liberal pode ir de exibicionismo e voyeurismo até ménage ou mesmo liberar o parceiro para sexo com outras pessoas. Existem várias pessoas no mundo liberal que não têm parceiros fixos, ou seja, solteiros para ménage e até mesmo garotas que gostam de outras garotas.

A maioria das chamadas festas swing, são na realidade, baladas liberais, pois permitem a entrada de pessoas desacompanhadas. Não dá para fazer swing com solteiros ou com pessoas descomprometidas.



Swing é troca de parceiros, minha mulher pela sua mulher e meu homem pelo seu homem. Balada liberal é uma coisa, Casa de Swing é outra, os públicos são diferentes.

Casais e solteiros que desejam apenas ménage, bi-feminino, exibicionismo, sexo no mesmo ambiente, voyeurismo, etc., e não fazem troca ou mesmo não têm parceiros fixos pra trocar, não podem se dizer swingers. Estas pessoas são liberais. Elas podem e devem freqüentar o meio swing, afinal, dentro do swing existem vários casais que curtem outras fantasias que não somente o swing. Essas pessoas são bem vindas, sim.







Esse texto é apenas para deixar claro o seguinte:

Swing é troca de parceiros, e para que isso aconteça é necessário que sejam casais com parceiros fixos, que haja cumplicidade de ambos casais, senão perde-se o sentido do swing. Ser swinguer não é só ter vontade de fazer sexo com outra pessoa, é, sim, também gostar de ver o parceiro ter prazer com outra pessoa. Sem essa filosofia, é melhor partir para o ménage ou sexo grupal.



Ser Liberal pode ser solteiro, solteira ou casal, tanto faz. Muitos casais liberais apenas frequentam as casas porque curtem o ambiente e fizeram amizades, muitos desses não querem absolutamente nada, apenas gostam do ambiente e se divertem com tudo. Outros vão atrás de uma aventura que podem ser pessoas sozinhas, casal real, casal arranjado, se exibir ou voyeurismo.


Todos são muito bem vindos, o importante é não tentar mudar o significado das palavras e respeitar os desejos e as fantasias de cada um.

histórias sexuais REAIS - continuação

É com uma enorme satisfação que abrimos o Desejos e Fantasias de Casal para que um casal super especial  (por enquanto a esposa Mary irá postar) possa fazer parte, divulgando suas histórias sexuais REAIS e dicas para a sexualidade.

Ontem tivemos a primeira parte do início de sua vida sexual liberal, hoje daremos continuidade na história:

Parte 2  - A descoberta

No caminho, lembro-me de termos uma conversa séria sobre a experiência que teríamos naquela noite... Que abriríamos uma caixa de pandora e não sabíamos o que encontraríamos. Pensei em regras que poderíamos estabelecer, tipo “Uma Linda Mulher”, manja? – “faço tudo, menos beijo na boca” - mas não tinha ideia de onde estávamos nos metendo...

Chegamos na balada antes das dez... Primeiro sinal de quem realmente estava visitando o desconhecido... Quem chega na balada as dez? Nós e os garçons claro...



Olhei em volta parecia uma balada normal... Ficamos ali, sentados em um cantinho e eu já lembrando da minha péssima impressão de cantinhos... Só pensava, ok, vamos ficar aqui a noite toda... Na verdade o medo era tanto que era o que eu desejava do fundo do meu coração.

As pessoas começaram a chegar.. As mulheres de vestidos e  saias curtíssimas, e eu, de calça, claro... Como sou burra, como não pensei nisso? Tudo bem... Elas também usavam maquiagens lindas. Os homens cheirosos, todos com cara de sacanagem, na minha concepção claro. O curioso foi não encontrar nenhum deus e deusa grega, exceto os gogo boys e girls... Nossa, o que era aquilo! Fiquei muito tranquila e aliviada ao descobrir e perceber que “swingers” eram casais como nós.




O marido estava descontraído, até a página dois claro... A balada começou a esquentar e encher e após explorar os ambientes visualmente ali do cantinho mesmo, havia ainda uma parte que estávamos protelando em conhecer que eram os dark rooms... Nessa hora, o tesão já estava em coma e o pânico tomando conta.
 Ele propôs de “darmos uma volta”. Desde a adolescência, coisas boas aconteciam quando decidíamos dar uma volta na balada... Então,  resolvi topar...

Entramos em um corredor de paredes pretas com várias salas, algumas de portas fechadas, outras de vidro e outras com buracos redondos em lugares estratégicos. Logo na primeira “esquina” gemidos gostosos e uma porta aberta com um casal metendo... Nunca tinha visto ninguém transar... Coloquei a mão no jeans dele e senti seu pau explodindo com a cena... O meu tesão acordou pulando e deu um soco na cara do meu pânico ao ver meu marido ali, excitado com um casal transando na nossa frente e eles, se deliciando com nosso voyeurismo.


Como se já não fosse o suficiente para os “virgenzinhos” de plantão, um outro homem se aproximou e começou a masturbar a moça, esfregando seu clitóris, enquanto ela levava por trás... Aquela cena de filme pornô ao vivo me deixou com um tesão louco... Algo acordou em mim e eu queria muito participar daquela putaria... O homem se distanciou e eu aproveitei  a chance e coloquei a mão do marido na buceta dela, que estava encharcada... Era a primeira vez que ele sentia uma bucetinha além da minha... Ele com a mão lá, me encoxava, e eu sentia seu pau bem duro pressionando minha bunda... Seus olhos fixos nos meus transbordavam desejo no mesmo ritmo daquela buceta quente.



Saímos dali extasiados e loucos de vontade de transar... Demos mais umas voltas, vimos outros casais, descobrimos como é bom ver os outros, mas ainda não estávamos prontos para interagir. Entramos em uma das salinhas, trancamos a porta e ele me comeu forte. Minha calcinha estava ensopada e seu pau duro como pedra. Gozamos rápido, juntos... e nem preciso dizer que o resto daquele final de semana só púnhamos a roupa para ir buscar a pizza.

Relacionamento aberto não é bagunça e também tem regras

Apesar de um relacionamento aberto permitir relações extraconjugais, não quer dizer que vale tudo


Achar que os relacionamentos tidos como abertos são totalmente liberais é mais um entre os diversos mitos que rondam a sexualidade. É claro que existem exceções, mas, a grosso modo, eles também têm suas normas, explícitas ou não.

"As relações abertas contam com regras diferentes das usuais, por isso soam como se fossem liberais. Na prática, não é bem assim", afirma o terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr., diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade Humana).

Embora permitir que o outro transe com outras pessoas seja o fundamento básico desse tipo de relacionamento, isso não significa que vale tudo na cama (ou fora dela).

Para Oswaldo, antes de o casal conversar sobre regras, é necessário que ambos saibam exatamente quais são seus desejos, necessidades e limites individuais. Só assim poderão conceber o que podem ou não fazer com outras pessoas.


"Estamos juntos há dez anos, mas não somos oficialmente casados. Sempre tive essa alma mais aberta. Já a Fada vem de uma família italiana e católica, com a cabeça mais fechada. Comecei a fazer com que ela raciocinasse de forma diferente. Ela não queria abrir a relação porque não se sentia atraída por outros caras. Mas ela sacou que gostava de mulher. Adorei. Isso foi há seis anos, depois do nascimento da nossa segunda filha, a Mônica", Ricardo Kilian (Bardo), 30, parceiro de Vanessa Tiburski (Fada), 29. O casal forma a banda Bardoefada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O terapeuta diz, ainda, que existem dois tipos de casais "abertos": o que têm consciência das próprias fantasias e vontades e aquele que acha que é liberal e, ao longo do tempo, percebe que não estabeleceram os limites que deveriam seguir.

Como os parceiros do primeiro casal se conhecem bem, dificilmente viverão uma relação que os agrida emocionalmente. "O segundo par, por outro lado, pode entrar em esquemas destrutivos toda vez que enfrentar situações cujas regras não foram estabelecidas anteriormente", conta Oswaldo.



Com preservativo e sem envolvimento
De acordo com a psicóloga e terapeuta sexual Carla Cecarello, presidente da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade), o princípio básico de quem pratica sexo casual fora de casa é usar preservativo nas relações extraconjugais.

"Isso dá garantias de que a pessoa se cuida, se protege e, em consequência, protege a parceria", explica. Alguns casais, confiantes nesse pacto, costumam dispensar maiores cuidados quando transam entre si, o que é um risco. Mas exames frequentes para detecção de enfermidades –em especial DSTs (doenças sexualmente transmissíveis)– fazem parte da rotina de muitos adeptos.

Outra regra habitual é restringir as aventuras ao âmbito sexual. "Isso é combinado justamente para não se correr o risco de envolvimento amoroso e, assim, a parceria de relacionamento aberto acabar", fala Carla. Caso algum interesse além do sexual seja despertado, é comum comunicar ao outro o que está acontecendo e, em seguida, se afastar de quem parece ser uma nova paixão.



"Os Sonhadores", de Bernardo Bertolucci (que também dirigiu "O Último Tango em Paris"), aborda um tema polêmico com delicadeza: o triângulo amoroso formado por um casal de irmãos franceses e um amigo americano. Como pano de fundo, a Paris do fim da década de 1960 e o fervilhante clima do movimento estudantil. "É uma história densa que, com Bertolucci, fica poética e sensual", define Carol Teixeira, autora do blog A Obscena Senhorita C. Reprodução

A possibilidade do surgimento de um rival no plano afetivo é o principal fantasma que aterroriza as relações abertas. Por conta disso, muitos praticantes definem que só podem fazer sexo com determinada pessoa se o parceiro aprovar antes. Seguindo a mesma lógica, costumam ser vetados amigos ou conhecidos.

"Vários homens e mulheres, porém, fazem exigências ainda mais específicas, como permitir transas somente fora da cidade ou em viagens, proibir beijos na boca ou sexo oral e jamais repetir amantes", declara a terapeuta sexual Valéria Walfrido.

Contar ou não em detalhes tudo o que aconteceu e dar um espaço de um ou dois dias para fazer amor com o parceiro fixo são outras determinações que costumam ser combinadas.


Oswaldo Rodrigues diz que outra norma importante é não permitir que o estilo de vida se torne conhecido entre filhos, amigos ou familiares. "A tendência é formar novos círculos sociais que aceitem ou participem do relacionamento aberto", responde o especialista.

A terapeuta sexual Valéria Walfrido lembra que qualquer relação –profissional, familiar, pessoal, sentimental– costuma ser pontuada por regras. No entanto, as emoções costumam confundi-las ou até mesmo quebrá-las. Por isso, mesmo o mais organizado e bem resolvido dos casamentos abertos não está imune às crises.

"Regras são feitas para serem cumpridas, porém, podem e devem ser mudadas a partir do momento que não sejam satisfatórias para um dos lados. Afinal, a relação ainda é a dois, mesmo com visitantes esporádicos. Se uma das partes começa a fazer sacrifícios constantes, a união sofre um desequilíbrio e requer ajustes", declara.

Apesar de a fidelidade ser um conceito bastante flexível nesse modo de viver, é preciso estar preparado para um imprevisto: nenhuma regra é capaz de conter o resultado de uma química sexual avassaladora ou a descoberta de um novo amor.