15 tipos de sexo

Às vezes a pura atração física já vale uma noite de sexo


O período entre os 20 e 30 anos é marcado, geralmente, por muitas descobertas. Profissionalmente, emocionamente e, claro, sexualmente. A vida sexual é experimentada com mais intensidade e variedade, e por isso o site Huffington Post listou 15 tipos de relações que você pode ter - ou já teve.

Ruim
Simples assim. às vezes você ainda não sabe o que quer ou como quer, e o seu parceiro também não sabe direito o que está fazendo. É normal. E disso resulta uma noite não muito boa.

Por conveniência
Ele mora no seu prédio, ou é aquele amigo do amigo que mora a três quarteirões. Uma noite entediada, sem nada para fazer, você esbarra nele e pronto: está feito o convite. Pode não ser ótimo, pode não ser ruim, apenas é conveniente.

Uma noite só
Algumas experiências não foram feitas para serem repetidas. É provável que você acorde ao lado de uma pessoa que mal conhece, com quem trocou algumas palavras no bar na noite anterior. E a vontade de pegar as roupas do chão e sumir faz com que seja isso mesmo o que você faça, até ligar para os amigos e marcar um café da manhã com pessoas com quem você realmente queira conversar e passar mais de uma noite junto.


"Eu namoraria com você"
Talvez por envolver sentimentos, este tipo de sexo seja um dos mais assustadores. Você se sente vulnerável, e por sentir algo pela pessoa, você se preocupa com o que ela quer, como ela quer, e espera que saia tudo certo.

Lugares inusitados
O banheiro de um avião, o corredor do hotel, o carro, a cama de seus pais. O que importa não é só o lugar, mas a sensação de carpe diem, de fazer algo por impulso e, por que não, para ter uma boa história para contar.

Embriagada
Provavelmente não será a melhor experiência porque você não se lembrará de nada no dia seguinte, mas o lado bom é que você não irá se importar. Só não se esqueça de usar proteção.


Amigável
Em algum momento, você e aquele amigo vão chegar à conclusão de que é uma ótima ideia dormirem juntos - mas não será. De toda forma, o que podem conseguir é uma relação de amizade colorida que eventualmente termina com os dois nunca mais se falando ou, com sorte, um romance.

Sozinha
Sexo sozinha é uma ótima maneira de aprender mais sobre você e seu corpo. Uma mulher merece sentir prazer estando com alguém ou não. Quando chegar nos 30, já saberá como ter prazer - com ou sem ajuda.

Inexistente
Sendo realista, haverá períodos em que você não fará sexo. Sempre há o período da "seca". Pode parecer frustrante, mas é bom para pensar o que você realmente quer de suas relações.


Conciliatório
Se você estiver namorando nos seus 20 anos, inevitavelmente irão brigar, e não serão brigas discretas. Gritos, discussões, lágrimas. Os 20 anos servem para todo esse teatro. E depois, vocês podem canalizar toda essa raiva em um sexo vigoroso e extremamente prazeroso. Pode não consertar tudo o que há de errado no namoro, mas pelo menos é uma maneira de se conectar com o outro.

Por vontade
Todo mundo tem um, dois, dez paqueras aos 20 anos. Eventualmente você terá a chance de dormir com deles que já lhe rejeitou ou menosprezou.Pode não ser ótimo, você pode não se sentir melhor depois, mas vale de alguma coisa.

Feriado
Festas de final de ano, feriados, e você pega o ônibus de volta para sua cidade natal. Parentes, família, amigos antigos. Você reencontra pessoas da época de ginásio, marca uma saída e, de repente, sente uma conexão com alguém. Pronto. Um sexo descompromissado, que pode até se repetir depois, na próxima viagem.


Só mais uma vez
Vocês já se separaram, seus amigos concordam que ele não faz bem a você, mas o reencontro acaba com uma noitada na cama "só mais uma vez". Fisicamente, não há como negar, a sensação é ótima. Mas a queda emocional que segue a situação pode fazer com que você se arrependa profundamente.

"Troca de favores"
Às vezes vocè precisa de ajuda para rearrumar os móveis da casa, ou para arrumar o carro que parou no meio da rua. Agradecer o favor com sexo é um prazer puramente físico que não faz mal a ninguém de vez em quando.

É isso
Com sorte, aos 20 anos você terá aquele momento em que pensa "é isso. Isso é como todo sexo deveria ser". Pode ser com um grande amor, com uma noite só, com uma paquera do passado, não importa. A conexão sexual estava lá. Uma vez sentido isso, tente reproduzir essa sensação quantas vezes for possível!

Casamento com um bissexual

Bissexualidade em foco...




Com transparência, é possível ter relação saudável com um bissexual, segundo especialistas
Os telespectadores que acompanham "Amor à Vida" sabem o quanto é complicada a relação entre Edith (Bárbara Paz) e Félix (Mateus Solano), de quem ela sempre cobrou mais fogo e paixão, principalmente na cama. Apesar de o vilão ter confessado sua atração por homens, também mostrou que não queria perder a mulher quando ela ameaçou pedir o divórcio. O relacionamento, portanto, não se desfez por inúmeros motivos: manter as aparências, trocas de interesses, segredos de família, mas, também, carinho e cumplicidade.

Em alguns momentos da trama de Walcyr Carrasco, há a impressão de que Félix nutre algum tipo de sentimento sincero pela mulher. Seria ele bissexual? Ficção à parte, não é tão raro encontrar casais formados por um hétero e um bissexual que conseguem construir uma vida a dois.





Conforme observações clínicas da psicóloga Raquel Fernandes Marques, o desejo afetivo/sexual do bissexual tende mais para a heterossexualidade ou para a homossexualidade em determinadas fases da vida.

"Na adolescência e no início da fase adulta, os relacionamentos bissexuais são mais frequentes. Depois, surge o desejo de constituir família, ter filhos e então os casamentos heterossexuais são mais comuns".


Nessa fase, é possível viver um casamento feliz, pois, em geral, o bissexual se sente realizado dentro de uma relação heterossexual. O desejo por pessoas de mesmo sexo aparece como secundário ou nem aparece, segundo ela.



"Logo, esse casamento pode dar certo, ou não, em função de vários outros fatores que não a bissexualidade -esta pode se transformar em um problema quando o desejo homossexual voltar à tona e a sua supressão começar a trazer sofrimento", declara Raquel.

Para a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar, uma relação entre um "bi" e um hétero é viável, sim, quando existe amor e, sobretudo, sinceridade. "Tem de haver transparência para dar certo. O parceiro hétero tem de saber de tudo, porque se descobrir a bissexualidade do outro depois do casamento se sentirá traído, e com razão", afirma.

Ela diz que alguns bissexuais escolhem a relação heterossexual por amor e optam por sublimar o outro lado –ou o vivem apenas na fantasia, por meio de filmes, da internet etc. "Mas há os que procuram parceiros fora do relacionamento. Se esse for o desejo, o ideal é jogar aberto e combinar antes para ver se o outro topa", declara.



Há casais que lidam com muita naturalidade com essas questões, pois a autoestima, a autoconfiança e o autoconhecimento de ambos e do que representa a relação proporcionam segurança e lealdade, permitindo que vivam felizes conforme regras próprias, claras e bem definidas.


"Casamentos, sejam de qual tipo forem, não se sustentam apenas pela sexualidade, mas por vários outros fatores", diz o psicólogo Klecius Borges, especialista em terapia afirmativa para gays, lésbicas, bissexuais e seus familiares e autor do recém-lançado "Muito Além do Arco-Íris – Amor, Sexo e Relacionamentos na Terapia Homoafetiva" (Edições GLS).

Segundo Klecius, as dificuldades encontradas por casais formados por um parceiro bissexual e o outro heterossexual costumam ser as mesmas dos pares convencionais: ciúme, insegurança, rotina, libido em baixa, autoestima frágil etc.



"São problemas que costumam ocorrer quando o bissexual não lida de forma saudável com sua orientação sexual, tentando escondê-la ou sentindo vergonha e culpa. Isso pode causar muito sofrimento ao parceiro e criar uma situação de desconfiança".


Segundo a psicóloga Sandra Samaritano, os principais inimigos dessa relação são a ausência de diálogo e a falta de cumprimento da proposta individual de cada um. "Essas questões podem gerar fantasias que provocam ciúme, insegurança e, muitas vezes, infidelidade".



A terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic alerta para o fato de que muitas pessoas –em grande parte, mulheres– embarcam nesse tipo de relacionamento a fim de encarar um desafio pessoal. "Elas querem exercer a autoafirmação do seu poder sensual ao tentar converter o marido à heterossexualidade", diz. Negar a realidade, seja qual for a situação, é o primeiro passo para condenar a união ao fracasso.

Sexo pode fazer você parecer 7 anos mais jovem

A prática regular pode trazer uma série de benefícios ao organismo, entre elas, a jovialidade





Sabe aquela fórmula da jovialidade que as pessoas buscam em cremes caros e tratamentos estéticos milagrosos? Ao contrário do que todos pensam, uma pesquisa recente acaba de revelar que o segredo para uma aparência linda e saudável pode estar entre os lençóis.

Dr. David Weeks – do setor de psicologia do Royal Edinburgh Hospital, no Reino Unido –, explica que homens e mulheres com uma vida sexual ativa são donos de uma aparência de 5 a 7 anos mais jovem do que sua verdadeira idade. O pesquisador, que passou 10 anos entrevistando homens e mulheres de todas as faixas etárias,revela que pessoas de qualquer idade podem aproveitar os benefícios do sexo.

Entre aqueles que tinham uma aparência mais jovial e pertenciam ao grupo de 40 a 50 anos, foi possível notar que eles mantinham relações com uma frequência 50% maior do que as outras pessoas. Isso significa que eles faziam sexo três vezes por semana, em média, em vez de apenas duas.



O pesquisador explica que o segredo da jovialidade transmitida pelo sexo está no prazer. Além disso, durante a relação o organismo libera endorfinas, que são substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. As endorfinas ainda agem como analgésicos naturais que eliminam dores, diminuem a ansiedade e facilitam o sono. Já o esforço físico age melhorando a circulação sanguínea, o que é fundamental para a saúde do coração e deixa a pele com um aspecto renovado.

De acordo com o jornal The Daily Mail, as vantagens não param por aí: o hormônio do crescimento é liberado enquanto fazemos amor, o que pode aumentar a elasticidade da pele e diminuir os riscos de aparecimento de rugas. O sexo também ajuda a queimar gorduras e eliminar toxinas que prejudicam o sistema imunológico, enquanto o alívio do stress é suficiente para garantir uma boa noite de sono.



“A satisfação sexual é um dos principais fatores que contribui com a qualidade de vida, ficando lado a lado com a espiritualidade ou religiosidade e outros fatores morais, então atitudes positivas com relação ao sexo devem ser enfaticamente promovidas”, finaliza o Dr. Weeks.

Você conhece os sinais que revelam se a pessoa é boa de cama?

Especialista acredita que é possível prever como será a relação a partir de alguns comportamentos




Todo mundo já deve ter se perguntado se é possível saber se uma pessoa é boa de cama antes de precisar estar entre os lençóis. Pois Tracey Cox, especialista em sexualidade e colunista do jornal britânico The Daily Mail, revela que existem alguns sinais que podem indicar como será a relação entre quatro paredes.

Para ela, o que vestimos, o que comemos e como nos portamos são um reflexo de nossa sexualidade e, por esse motivo, excelentes indicadores do nosso comportamento em momentos de intimidade. Então, para tentar prever como será a relação, é preciso estar atenta a alguns sinais.

A maneira de comer
Um bom apetite pode indicar uma boa libido. De acordo com a especialista, existem pessoas que comem para viver e outras que vivem para comer e aproveitar os prazeres da vida. Por isso, Tracey Cox revela que é melhor apostar em uma pessoa fora de forma, mas que come com gosto, do que em um parceiro sarado cheio de cerimônias na hora da refeição.



Preste atenção na maneira como a pessoa come para tentar desvendar como seria seu comportamento na cama. Se ela não gosta de experimentar comidas exóticas, dificilmente estará disposta a abrir o Kama Sutra entre quatro paredes, brinca a especialista.

A maneira de falar
Pessoas monótonas e com pouca expressão facial são rasas. Falta de entusiasmo durante uma conversa pode indicar falta de entusiasmo na cama também. Se alguém fala com as mãos – até quase acertar o garçom – isso mostra que ela é cheia de vida e paixão. Assim fica fácil imaginar como as coisas ficarão quando estiverem a sós.



A maneira de segurar sua mão
O jeito que as pessoas – especialmente os homens – seguram a mão de seus parceiros pode ser um grande indicador de como elas se comportam na cama, afirma Tracey Cox. Manter os dedos entrelaçados pode apontar pessoas altamente erotizadas, pois, ao tocar todas as partes da sua mão, elas revelam o desejo de estarem física e emocionalmente conectadas.



Por outro lado, aqueles que seguram sua mão na posição “palma com palma” demonstram afeição e aceitação, mas têm pouquíssimas chances de surpreender entre quatro paredes.

A maneira de socializar
Tracey Cox revela que, em geral, quanto mais desinibida e sociável uma pessoa for, maiores são as chances dela se comunicar bem na cama. Quanto mais as pessoas se comunicam, mais confortáveis elas se sentem com os outros e isso faz com que os parceiros se conectem sexualmente.



A maneira de sentar
O lugar em que a pessoa se senta quando vai tomar um café ou jantar pode ser bastante revelador. Caso a pessoa escolha se sentar olhando para você em vez de se posicionar de frente para as outras pessoas, você já saiu ganhando. Escolher uma maneira de focar toda a sua atenção no parceiro mostra que as coisas só devem melhorar quando chegar a hora H.

A maneira de tocar os outros
Mais uma vez, a especialista revela que é preciso estar atenta na maneira com que o seu pretendente se relaciona com os outros. Pessoas rígidas, distantes e que não permitem que os outros invadam seu espaço não costumam ser muito abertas a intimidades. A distância física pode ser um reflexo da distância emocional e sexual. Quanto mais uma pessoa expressar suas emoções, mais apaixonado será o sexo.



A maneira de beijar
Logicamente, o beijo pode revelar muito sobre uma pessoa. Tracey Cox recomenda que se o beijo for bom, você pode seguir em frente. Por outro lado, se no primeiro contato mais íntimo a coisa não funcionar, é melhor não arriscar ir mais longe.

Homens que seguram o rosto de suas parceiras com as mãos revelam romantismo e isso também pode indicar que são amantes intensos e que querem atenção recíproca. Se o seu pretendente passou algum tempo descobrindo os prazeres do beijo antes de tentar avançar para aquele beijo de tirar o fôlego, existem chances de que ele não queira apressar as coisas e valorize as preliminares.



Ser levemente carregada durante o primeiro beijo também é um bom sinal, assim como notar pequenos suspiros ou gemidos.

Tamanho do pênis preocupa mais no vestiário que na cama...

O tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama com uma mulher.



Um estudo conduzido pela Victoria University, em Melbourne, na Austrália, concluiu que o tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama.

A pesquisa foi feita junto a 738 homens com idade entre 18 e 76 anos. A competitividade presente nas relações interpessoais do sexo masculino teria grande influência nesta preocupação.



Segundo declaração da doutora Chan Feng Yi, condutora do estudo, ao jornal inglês Daily Mail, "a preocupação masculina com o tamanho do órgão genital raramente está ligada à satisfação de sua parceira ou parceiro na cama, e sim à competição com outros homens".

"A maioria de nossos entrevistados se disse mais insegura com relação ao tamanho do pênis ou à forma física quando em ambientes que os expunham a outros homens do que durante o ato sexual."



Segundo Chan, o comportamento foi observado tanto em homens heterossexuais quanto em homossexuais — com ocorrência maior entre o segundo grupo. "A pesquisa mostra que as pressões da sociedade com relação a exibir uma boa forma física afetam hoje tanto as mulheres quanto os homens."

Deixe seu quarto sexy como uma suíte de motel...

Nada de ficar procurando um motel que ainda não esteja lotado. Você pode deixar o seu quarto ainda mais atraente que qualquer suíte que já visitou por aí.


Não é preciso muito para deixar o seu quarto (ou fazer uma surpresa no dele) com um clima sexy. Quer apostar?

-  Livre-se das roupas sujas jogadas pelos cantos e pilhas de livros e revistas que estão em cima da sua escrivaninha há dias.

- Troque os lençóis por um conjunto diferente e macio. Melhor ainda se eles tiverem cores como azul e verde, ideais para relaxar.



- Encha a cama com almofadas ou pétalas de rosa perfumadas (à venda em qualquer sex shop)

- Eles preferem muita luz. A gente, quase nenhuma. Apele para o meio termo e capriche nas velas, que ajudam a dar ao ambiente um tom mais intimista. Só cuidado para não se empolgar demais e fazer com que o quarto pareça um altar de igreja.



- Aposte em uma música caliente. Dizem que as que estimulam as batidas do coração ajudam no orgasmo. Vale testar ao som de Rihanna, Beyoncé...

- Leve a sobremesa para a cama. Frutas, champanhe e chocolates são bem vindos entre os lençóis.

- Use uma lingerie sexy. Não é porque o gato já a viu de todas as maneiras que você pode relaxar nessa noite.

Casas de striptease podem salvar casamentos...

Autora derruba o mito de que o striptease causa ideias pouco realistas da imagem do corpo feminino 



Uma antropóloga que passou seis anos trabalhando como uma stripper, como parte de uma pesquisa sobre casas de striptease chegou à conclusão de que, ao contrário do que se possa imaginar, estes estabelecimentos podem ser a salvação para alguns casamentos. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

Katherine Frank, que mora em Washington, entrevistou 30 dos seus clientes regulares em diversas casas que ela trabalhou. Com base nesta pesquisa, escreveu o livro G-Strings and Simpathy: Strip Club Regulars and Male Desire, que fala sobre a relação entre as dançarinas e seus clientes. A publicação é uma adaptação de sua dissertação do PhD.



Ela derruba o mito de que o striptease causa ideias pouco realistas da imagem do corpo, afirmando que os homens têm uma ampla gama de gostos quando o assunto é o corpo feminino – muito mais ampla do que as mulheres acreditam.



No entanto, a antropóloga afirmou que ainda não simpatiza com a ideia de que o próprio marido visite casas de striptease com frequência, alegando que este é um hobby  muito caro.



Em entrevista à revista Salon, ela explicou como um dos capítulos do livro – que fala sobre casamento, monogamia e fantasias – contradiz a crença popular de que a intimidade de um casal pode ser afetada por estes clubes. “Para o homem que diz que é apaixonado pela mulher e quer permanecer casado, o que acontece nos clubes é transgressivo e real o suficiente para ser excitante, mas ainda é uma fantasia”.


Assumidamente feminista, Katherine disse que se tornou simpática aos frequentadores das casas de striptease. “Percebi que eles foram prejudicadas pela cultura machista também. Eles se sentem repulsivos, sentiam que suas mulheres nunca poderiam aceitar seus desejos ou que nunca poderiam pedir conselhos sobre sexo, porque deveriam, de alguma forma, saber de tudo”, observou.



Ela acrescentou ainda que para alguns homens há conflito entre os traços masculinos tradicionais e a necessidade de uma maior presença emocional. “Eles também ficam confusos pelo desejo da mulher de ser chamada de bela, mas não de ser vista como um objeto”, pontuou.



Quanto ao ato de se tornar uma stripper, Frank notou que a prática trouxe mais autoconfiança e também afetou sua atitude, de maneira positiva, em relação ao seu próprio corpo. Principalmente porque ela descobriu que os homens têm um conjunto de valores maior sobre o que constitui um corpo feminino bonito e sexy do que as próprias mulheres.

Pessoas que fazem sexo regularmente ganham mais dinheiro

Salário é 5% maior em comparação com o das pessoas que fazem sexo esporadicamente 



Desfrutar de uma vida sexual ativa não é apenas satisfatório, mas pode ser também a chave para ganhar dinheiro, segundo pesquisa da Arglia Ruskin University. Pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana recebem salário maior do que as que não têm vida sexual ativa. As informações são do Daily Mail.



As 7,5 mil pessoas com idades entre 26 e 50 anos que participaram da pesquisa responderam questões sobre saúde, atividade sexual, situação de emprego e salário. Os entrevistados que faziam sexo quatro vezes ou mais por semana tinham salário 5% mais alto do que os demais. O grupo que tinha a vida sexual totalmente inativa apresentou salário 3% menor do que o que quem fazia sexo esporadicamente.



Não fazer sexo suficiente pode levar indivíduos que sofrem de solidão à ansiedade e depressão, alertou o estudo. “As pessoas precisam amar e serem amadas, na ausência destes elementos, muitas se tornam suscetíveis a problemas que interferem na vida profissional”, disse o autor da pesquisa Nick Drydakis.

Masturbação feminina acontece em 'segredo' por ser tabu

46,6% das mulheres se masturbam menos de uma vez por mês durante um ano e que 20% delas na cama antes de dormirem



Descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam.

A discriminação acontece entre as próprias mulheres, de acordo com G.G. Ela, que sempre masturba quando sente vontade, considera a prática natural e uma necessidade fisiológica para se conhecer. É importante até mesmo para encontrar a melhor maneira de se relacionar na cama com o parceiro, segundo C. C..



F.C. também não costuma se estimular quando está sozinha: gosto acompanhada com meu marido, faz parte da sedução, contou ela que não dispensa o contato físico com o parceiro.. Foto: Getty Images
Já a jornalista J. T. acha normal e comum a prática para homens, mas pouco difundida entre as mulheres. Eu prefiro ter prazer com meu namorado, afirmou.


Entrevistou mulheres e descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam





Se os homens podem chegar ao clímax sem a companhia de uma mulher, o que impediria o público feminino de obter prazer sem um parceiro? O Terra fez a pergunta a algumas mulheres e descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. “Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu”, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam.

Para as que apenas mantêm a prática em segredo, o problema é menor. No entanto, de acordo com as entrevistadas, algumas mal conhecem o próprio corpo por enxergarem de forma negativa obter prazer sem o parceiro, afirmou a jornalista J. T. A designer Tina Gong, que anunciou a criação de um aplicativo para smartphone com foco em prazer feminino, publicou no blog HappyPlayTime que as mulheres com idades entre 25 e 29 anos são as mais adeptas à masturbação e que a primeira tentativa acontece, em 44,4% dos casos, com as meninas de 10 a 14 anos.



Um ponto levantado pelas entrevistadas foi o preconceito que ainda barra algumas mulheres na exploração do próprio corpo - as com idades entre 27 e 46 anos são as que mais sentem culpa e vergonha após a masturbação, segundo Tina. “Se a mulher não se toca em pleno século 21, não será um aplicativo que mudará a situação”, afirmou C. C. A discriminação acontece entre as próprias mulheres, de acordo com G.G. Ela, que sempre masturba quando sente vontade, considera a prática “natural” e “uma necessidade fisiológica para se conhecer”. É importante até mesmo para encontrar a melhor maneira de se relacionar na cama com o parceiro, segundo C. C.



Casada, a assessora de eventos contou que se masturbaria se estivesse solteira, mas prefere sentir prazer junto ao marido. “Falo sem problema algum sobre isso, não há nada como ter intimidade e prazer com o parceiro”, afirmou. F.C. também não costuma se estimular quando está sozinha: “gosto acompanhada com meu marido, faz parte da sedução”, contou ela que não dispensa o contato físico com o parceiro. Para a secretária executiva, a masturbação deve ser vista de forma natural.



Já a jornalista J. T. acha “normal e comum” a prática para homens, mas pouco difundida entre as mulheres. “Eu prefiro ter prazer com meu namorado”, afirmou. Para as que sentem vontade, ela, porém, disse que não vê “nada de errado”. De acordo com publicação no blog HappyPlayTime, 46,6% das mulheres se masturbam menos de uma vez por mês durante um ano e que 20% delas se masturbam na cama antes de dormirem.

Orgasmo feminino pode ter efeito terapêutico

Komisaruk diz que enfrenta dificuldades em conseguir financiamento para suas pesquisas



O orgasmo feminino pode ter um efeito terapêutico. Quem diz é o psicólogo americano Barry Komisaruk, professor da Universidade Rutgers, de Nova Jersey, que já passou 30 de seus 72 anos investigando os benefícios do prazer sexual no bem-estar das mulheres.

Seu último estudo demonstra que o clímax estimula todas as principais áreas do cérebro e tenta encontrar possíveis usos terapêuticos do estímulo vaginal.

No atual estágio, os estudos de Komisaruk estão concentrados em verificar se o prazer sexual pode ajudar no tratamento de pacientes com ansiedade, depressão ou dependências.

Durante sua pesquisa, Komisaruk colocou suas pacientes em câmaras de ressonância magnética com a
recomendação de estimular suas partes íntimas até alcançar o orgasmo.




O monitoramento cerebral desse processo o levou a algumas conclusões interessantes, que Komisaruk compartilhou nesta entrevista telefônica com a BBC Mundo.

BBC - O que acontece no cérebro de uma mulher durante um orgasmo?


Barry Komisaruk - Há um enorme aumento da atividade. O que averiguamos é que durante o orgasmo há um aumento impressionante do fluxo de sangue e de oxigênio na cabeça, ambos nutrientes muito benéficos para o cérebro.

BBC - Como é sua análise do cérebro?

Komisaruk - Monitoramos sua atividade durante o clímax e observamos quais zonas são ativadas quando a mulher tem um orgasmo. Já vimos que seus efeitos benéficos chegam a todos os sistemas principais do cérebro. Eu me refiro ao sistema sensorial, ao sistema de coordenação motora etc.

BBC - Seu estudo menciona que conhecer os efeitos do orgasmo na nossa cabeça pode ajudar a superar a depressão, a ansiedade ou o vício. Como?

Komisaruk - É precisamente isso que queremos comprovar. Para isso, permitimos que a paciente veja a própria análise de seu cérebro ao vivo. Estamos no processo de averiguar se visualizar os processos de nossa mente ajuda a controlá-la. Há uma zona chamada núcleo accumbens, que é a área do prazer.

Essa área é ativada pela nicotina, pelo chocolate, pela cocaína e também pelos orgasmos. A minha pergunta é: podemos ensinar a nós mesmos como aumentar conscientemente a atividade nesse núcleo observando seu funcionamento? Que efeito teria isso em pacientes com depressão ou ansiedade?




Segundo Kmoisaruk, orgasmos estimulam mesmas áreas do cérebro que chocolate ou cocaína

BBC - Quão conhecidos são os efeitos do orgasmo na saúde?

Komisaruk - Praticamente não há estudos. Este é o primeiro que se faz sobre suas consequências sobre o cérebro. O que já se estudou é o resultado do orgasmo no coração da mulher e também os benefícios do orgasmo masculino para evitar o câncer de próstata.

Comprovou-se que as mulheres que tinham mais orgasmos gozavam de uma melhor saúde cardíaca. O estudo em homens mostrou que os que tinham menos orgasmos não haviam liberado substâncias tóxicas que estavam acumuladas na próstata pela ausência de ejaculação. Esse fator os faz mais propensos ao câncer.

BBC - Quando acredita que seu conhecimento sobre o cérebro será suficiente para oficializar uma prescrição médica de orgasmos?

Komisaruk - Eu já recomendo. Mas para conseguir que isso seja feito de maneira regular são necessárias mais pesquisas. Dependerá das descobertas que façamos no futuro.



BBC - É fácil conseguir dinheiro para pesquisar a sexualidade?

Komisaruk - É muito difícil. As entidades que financiam são reticentes em dar dinheiro para estudos sobre o prazer e o sexo. Em parte porque enfrentam a pressão social. O governo não quer se envolver com pesquisas sobre a sexualidade por temor de ser criticado com o argumento de que há problemas mais sérios.

BBC - Por que está interessado no orgasmo da mulher e não do homem? Há muita diferença entre os dois?

Komisaruk - Há mais semelhanças que diferenças. A razão pela qual comecei a me interessar pelo orgasmo feminino foi que encontrei evidências de que o estímulo vaginal tem a capacidade de bloquear a dor sem necessidade sequer de alcançar o orgasmo.

Demonstramos que ambos os prazeres atuam como calmante, mas que o orgasmo é mais efetivo que a simples estimulação.

A partir disso, muitas mulheres me disseram que utilizam a estimulação vaginal para reduzir o mal-estar da menstruação ou a dor provocada pela prática de esportes. E isso funciona para elas.



BBC - Então a estimulação vaginal pode aliviar a dor a longo prazo ou somente a curto prazo?

Komisaruk - Meus estudos somente conseguiram estabelecer que o orgasmo reduz a dor menstrual imediatamente e pode ter um efeito por horas.

O alívio das dores nas costas é outro efeito benéfico da estimulação vaginal e dos orgasmos.

Posições sexuais para arrasar na cama

Saia da rotina com o par e tenha uma vida sexual mais picante




Loucuras na cozinha
Essa é especial para quem tem a fantasia de transar neste cômodo. O homem fica em pé de frente para a mulher que, sentada na mesa, passa as pernas ao redor do companheiro, agarrando-o. A penetração é profunda, o que garante prazer instantâneo. Essa posição é indicada para dias em que o tesão é enorme e não dá tempo nem de ir para o quarto.


Prazer de costas
O parceiro fica deitado de costas, com as pernas abertas e dobradas para trás. A mulher senta de costas para o homem, e encaixa o pênis da forma mais confortável. Nesta posição, o homem deve aproveitar que está com as mãos livres e acariciar o corpo de sua amada para intensificar a sensualidade.




União perfeita
A mulher deita de barriga para baixo, com um travesseiro para suspender a região pubiana. O homem deita por cima e se encaixa. Aproveite para sentir o corpo do par totalmente colado ao seu e fazer movimentos intensos que proporcionem ainda mais prazer aos dois.

Cachorrinho especial
O homem deve penetrar a mulher, que está de quatro como na posição do cachorrinho tradicional. Mas, para um prazer mais poderoso, ela deve levantar uma de suas pernas, e pode revezar a esquerda e a direita. A penetração ficará mais profunda.



Flor de Lótus
O homem se senta com as pernas cruzadas e os calcanhares apoiados nas coxas. Ela se encaixa, com as pernas envolvendo o parceiro. A mulher pode aproveitar para se mover para frente e para trás, contraindo e relaxando os músculos vaginais, em sincronia com a respiração. Beijos quentes aumentarão ainda mais o tesão do seu par.

Canoa sexy
Ela deita de barriga para baixo, com um travesseiro na região lombar e apoiada nos cotovelos. O homem deve se sentar entre as pernas dela, penetrar e se inclinar ligeiramente para trás, apoiando o peso nos braços. Depois de penetrada, ela deve fechar as pernas, para proporcionar mais prazer a seu parceiro.

Delícia intensa
O parceiro senta na cama, e apoia as costas em travesseiros, garantindo que o tronco fique elevado. A mulher então se senta sobre ele, com as pernas dobradas para trás e inicia a penetração. Essa posição intensifica a estimulação do clitóris, fazendo com que ela enlouqueça de prazer.

Sensualidade em Y
A mulher se deita no canto do colchão com o quadril para baixo, ficando na cama apenas da cintura para baixo. O tronco e a cabeça ficam suspensos e os braços apoiados no chão. Ele a penetra, deitando-se sobre ela e deixando o tronco suspenso para cima, como se estivessem formando um Y. É importante que as pernas do homem estejam entre as da mulher. Ele poderá se movimentar da forma que o desejo pedir. Só tome cuidado, pois essa não é uma posição que pode ser feita durante toda a noite.