Cuspir ou não? Mulheres abrem o jogo

O que elas acham de levar o sexo oral até o final e o que fazem após a ejaculação




Pode combater a depressão e regular o humor, diminuir em 40% o risco de câncer e é rico em proteínas, sódio, colesterol e açúcares. Não é um alimento, mas pode ser ingerido de acordo com o desejo da mulher ou apenas cuspido caso o gosto não agrade. O assunto  é exatamente o que elas preferem fazer quando chega o momento da ejaculação do parceiro no sexo oral: engolem ou cospem?



Sem pensar nos benefícios do esperma apontados pela ciência, mas sim com foco no prazer do homem, a maioria respondeu que prefere engolir. Acho muito bom dar este prazer ao meu namorado. Não tenho nojo, prefiro engolir, disse empresária Helena O.  A fotógrafa Suzana V., a jornalista Janaína R. e a estudante Michelle F. também disseram engolir o esperma após o sexo oral quando existe intimidade entre o casal.

O ato, porém, está longe de ser um hobby para as mulheres, elas contaram que vão até o final para agradar o parceiro. Não tenho nojo, mas também não é uma coisa que digo nossa, eu adoro, afirmou a assessora de eventos Camila C. que costuma cuspir com delicadeza para não estragar o clima.




Seja da maneira como faz Camila e Juliana, ou Michelle, Suzana e Janaína, para elas, o ápice do sexo oral é quando o parceiro chega ao orgasmo e olha para a mulher. Eles têm um prazer absurdo em ver a cena, em ver a mulher engolindo, disse Janaína. Pelo menos, meu namorado demonstra isso, contou Helena O. Na ejaculação, eles se sentem superiores, acrescentou Michelle.



Trocar beijos com o parceiro logo após a ejaculação obtida pelo sexo oral dividiu a opinião das entrevistadas. O beijo é tudo e certamente só terá acontecido tudo se for com uma pessoa que eu tenha intimidade, disse Suzana. Mas, para Camila, beijar depois do sexo oral somente se o homem não tiver chegado às vias de fato, caso contrário a resposta é negativa.



Sem pensar nos benefícios do esperma apontados pela ciência, mas sim com foco no prazer do homem, a maioria respondeu que prefere engolir. Acho muito bom dar este prazer ao meu namorado. Não tenho nojo, prefiro engolir, disse empresária Helena O.  A fotógrafa Suzana V., a jornalista Janaína R. e a estudante Michelle F. também disseram engolir o esperma após o sexo oral quando existe intimidade entre o casal


Sem pensar nos benefícios do esperma apontados pela ciência, mas sim com foco no prazer do homem, a maioria respondeu que prefere engolir. “Acho muito bom dar este prazer ao meu namorado. Não tenho nojo, prefiro engolir”, disse a empresária Helena O.  A fotógrafa Suzana V., a jornalista Janaína R. e a estudante Michelle F. também disseram ingerir o esperma após o sexo oral quando existe intimidade entre o casal. “Nojento é cuspir”, disse Michelle.



O ato, porém, está longe de ser um hobby para as mulheres. Elas contaram que vão até o final para agradar o parceiro. “Não tenho nojo, mas também não é uma coisa que digo ‘nossa, eu adoro’”, afirmou a assessora de eventos Camila C. que costuma “cuspir com delicadeza para não estragar o clima”. A médica Juliana T., por outro lado, confessou ter asco e abrir mão do sentimento para concluir o sexo oral no parceiro: “eu só faço porque meu noivo gosta, não faria se fosse por mim e cuspo, é claro”.



Seja da maneira como faz Camila e Juliana, ou Michelle, Suzana e Janaína, para elas, o ápice do sexo oral é quando o parceiro chega ao orgasmo e olha para a mulher. “Eles têm um prazer absurdo em ver a cena, em ver a mulher engolindo”, disse Janaína. “Pelo menos, meu namorado demonstra isso”, contou Helena O. “Na ejaculação, eles se sentem superiores”, acrescentou Michelle.

Vale beijar?
Trocar beijos com o parceiro logo após a ejaculação obtida pelo sexo oral dividiu a opinião das entrevistadas. “O beijo é tudo e certamente só terá acontecido tudo se for com uma pessoa que eu tenha intimidade”, disse Suzana. Michelle tem a mesma opinião e afirmou que se houver intimidade não haverá problema para o parceiro. “Meu namorado sempre procura este beijo, acho que sente o amor entre nós”, disse Helena.



Mas, para Camila, beijar depois do sexo oral somente se o homem não “tiver chegado às vias de fato”, caso contrário a resposta é negativa. Janaína acha “meio esquisito”. “É bom escovar os dentes antes, até para tirar o gosto que fica na boca”, explicou.

Como convencer a parceira
Camila disse sentir dó dos homens que não recebem o tipo de carinho da parceira e considerou uma relação sem sexo oral “muito fria”. Uma das abordagens para convencer a mulher, sugerida por Helena, é dizer que o casal está “perdendo a oportunidade de fazer amor sem tabus e ela de se sentir poderosa”. No entanto, as entrevistadas afirmaram que seguir com o sexo oral até o momento da ejaculação do homem deve ser um processo natural para a mulher. Falar sobre o desejo de viver a experiência também pode ajudar, segundo elas.

Presenciar sexo entre casais provoca desejo sexual

A prática do voyeurismo pode despertar a curiosidade do público feminino




Descobrir que o parceiro dormiu com outra mulher é decepcionante. Flagrá-lo na cama com a amante pode ser ainda pior. Decidir, então, manter o relacionamento e, além de permitir que o parceiro se relacione com outras, assistir as transas e sentir prazer com a situação seria loucura? Não necessariamente. Na última semana, Abigayle Woodburn, 22 anos, ganhou destaque na mídia após relatar que já viu o namorado fazer sexo com mais de 50 mulheres e garantiu ficar “realmente excitada”. Conversou com mulheres para saber o que pensam sobre voyeurismo – sentir prazer sexual ao presenciar o sexo entre duas pessoas – e descobriu que elas também tem uma ponta de curiosidade em viver a experiência.




“Nunca experimentei, mas tenho muito tesão em assistir filmes e imaginar outros casais, logo, imagino que seria uma experiência muito interessante”, contou a consultora M. V. Ela já teve relações sexuais no mesmo ambiente que outras pessoas e não ficou incomodada com os olhares. Para a jornalista J. R., a prática seria assistir uma versão ao vivo de um filme pornô. Além de apimentar a relação, na opinião da analista financeiro G. P., o voyeurismo é uma satisfação mútua: “mata a curiosidade íntima de quem vê e a necessidade de exibicionismo de quem se mostra”.



O interesse feminino, porém, se volta mais ao lado de ser assistida do que presenciar um casal na cama. “Acredito que sentiria mais prazer do que simplesmente olhando”, disse J. R. Até a assessora política N. S. – que afirmou não ter interesse em ficar como voyeur para outro casal - confessou a curiosidade em ser assistida. “Acho mais interessante a ideia do escondido, como um vizinho que está olhando pela janela ou por uma fresta do banheiro. Não sei se um casal sentado assistindo me daria o mesmo tesão”, contou M.V.




O interesse pelo voyeurismo das entrevistadas  têm algumas condições. Assistir o parceiro com outra, como faz Abigayle, não é uma opção e elas preferem que as outras pessoas envolvidas não sejam do círculo de conhecidos. “Meu único pudor seria se um casal de amigos me convidasse”, disse G. P. Para M.V., a experiência só aconteceria se fosse com estranhos.



De acordo com as entrevistadas, o momento entre quatro paredes vale tudo desde que todas as partes estejam de acordo. “Não pode ter intromissão sem permissão”, afirmou M.V. Além disso, vergonha e as usuais “neuras femininas”, como preocupação com o corpo, devem ser deixadas de lado, continuou. J.R. acrescentou que o voyeurismo deve ser feito ao lado de uma pessoa com quem exista um vínculo emocional e de confiança. O homem é mais visual e “carnal” do que a mulher, de acordo com N.S., por isso, sentir prazer na situação é mais natural.

A proposta
Muitas mulheres “perdem o melhor do sexo por pudores bobos”, disse J.R. Elas têm os mesmos desejos dos homens, no entanto, não os externam de forma tão explícita, afirmou G.P. Porém, ao propor a ideia à parceira é preciso de alguns cuidados. “Costumamos achar que tudo é motivo para pular a cerca”, alertou M.V. É importante conhecer a companheira e saber se a objetividade é a melhor maneira de abordar o assunto. “Se reprimir com medo de ouvir ‘não’ nunca resolve a situação”, disse N.S.



O conselho de J.R. é uma conversa em que os dois expressem os desejos sexuais. “O casal precisa estar aberto a novas experiências. Quando um sabe o que o outro gosta o que resolve é um bom papo e a pergunta: topa ou não?”, sugeriu.

Curiosidades sobre seios

Poucas partes do corpo – talvez nenhuma outra – seja tão admirada quanto os seios. 





Eles já viraram inspiração para arte, música, livros e até são motivo para o crescimento de uma indústria que busca o formato e o tamanho ideal. Mas, apesar de tanto foco, quanto realmente as pessoas sabem sobre eles? Pensando nisso, o site Huffington Post listou oito curiosidades sobre essa parte do corpo tão feminina. Confira a seguir.

Existem quatro tipos de mamilos: acredite, existem quatro tipos de mamilos. Os “normais” sempre estão saltados alguns milímetros da aréola, especialmente quando estão excitados ou com frio. Mamilos “flat” só se sobressaem quando estão estimulados ou em baixas temperaturas.  Já os “inchados” têm uma aréola protuberante, enquanto os “invertidos” são, obviamente, virados para dentro.



Maiores seios do mundo têm 180 cm: com recorde registrado no Guinness Book, os maiores seios naturais do mundo são de Annie Hawkins-Turner. Seus seios medem cerca de 180 cm, das costas ao mamilo, e o número de seu sutiã é 102ZZZ.



Mulheres são as únicas que têm seios mesmo sem amamentar: “nos primatas não-humanos, e em outras espécies de mamíferos, um peito cheio é uma clara indicação de que a fêmea está amamentando”, explica Carole Jahme, especialista em psicologia evolutiva.  Não se sabe por que as mulheres têm seios permanentes, mas uma hipótese é que o tamanho e a forma dos seios humanos influenciam na atração e reprodução.



Orgasmos pelos seios: sim, as mulheres conseguem ter orgasmos a partir da estimulação dos mamilos. De acordo com um relatório da Men's Health, um estudo feito com 213 mulheres mostrou que 29% já passaram por essa experiência. Outro estudo publicado pelo Journal of Sexual Medicine, em 2011, usou ressonância magnética para acompanhar respostas de diferentes estímulos físicos, e descobriu que a estimulação dos seios ativa a área do cérebro responsável pelas sensações do órgão sexual.

Leite materno é o “alimento perfeito”: ao descrever os benefícios do leite materno e colostro – substância amarelada produzida no final da gravidez e primeiros dias do bebê -, a Organização Mundial de Saúde não mediu palavras ao chamá-lo de “alimento perfeito”. O leite materno contém anticorpos que ajudam a combater infecções e doenças. Ele é produzido pelos alvéolos, células mamárias que respondem ao estímulo do hormônio prolactina, liberado durante a mamada.



O tamanho do seio não influencia na quantidade de leite: não importa se os seios são grandes ou pequenos na hora de amamentar. “Seios maiores têm maior proporção de tecido adiposo em comparação ao tecido glandular, mas isso não tem efeito sobre a quantidade de leite que você é capaz de produzir”, justificou a consultora de lactação Debbi Donavon. Embora as mulheres com seios pequenos se preocupem com a capacidade de amamentar seus filhos, normalmente são as mulheres com seios grandes que passam por essa dificuldade por causa do posicionamento.



O tamanho dos seios oscila todos os meses: se você estiver insatisfeita com o tamanho dos seios, espere alguns dias. Muitas mulheres notam o crescimento da mama durante a TPM, porque o corpo tem níveis mais altos de progesterona e prolactina, que causam inchaço. Um relatório da CNN mostra que o aumento dos seios é um dos marcos da gravidez, e alguns especialistas sexuais dizem que eles podem inchar até 25% nesta fase.





O esquerdo tende a ser maior: talvez você já tenha notado, mas é absolutamente normal que um seio seja maior que o outro. Segundo Jenna Pincott, autora do livro Do Gentlemen Really Prefer Blondes: Bodies, Behavior, and Brains, cerca de 65% das mulheres têm o lado esquerdo maior, mas ninguém sabe o motivo para isto. Uma teoria sugere que a hipersensibilidade imunológica é maior do lado esquerdo, o que influencia os hormônios que determinam a forma e tamanho dos seios.

3ª VIRADA LIBERAL - 30/08 (SEXTA) - NEFERTITTI CLUBE

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Masturbação feminina acontece em 'segredo' por ser tabu

46,6% das mulheres se masturbam menos de uma vez por mês durante um ano e que 20% delas na cama antes de dormirem



Descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam.

A discriminação acontece entre as próprias mulheres, de acordo com G.G. Ela, que sempre masturba quando sente vontade, considera a prática natural e uma necessidade fisiológica para se conhecer. É importante até mesmo para encontrar a melhor maneira de se relacionar na cama com o parceiro, segundo C. C..



F.C. também não costuma se estimular quando está sozinha: gosto acompanhada com meu marido, faz parte da sedução, contou ela que não dispensa o contato físico com o parceiro.. Foto: Getty Images
Já a jornalista J. T. acha normal e comum a prática para homens, mas pouco difundida entre as mulheres. Eu prefiro ter prazer com meu namorado, afirmou.


Entrevistou mulheres e descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam





Se os homens podem chegar ao clímax sem a companhia de uma mulher, o que impediria o público feminino de obter prazer sem um parceiro? O Terra fez a pergunta a algumas mulheres e descobriu que elas são a favor da masturbação, mas também que o assunto não é dos mais confortáveis para uma conversa entre amigas. “Tudo que se refere a prazer feminino é um tabu”, afirmou a assessora de eventos C. C. Segundo a educadora física G. G., muitas mulheres não tem coragem de se tocar ou de admitirem que se masturbam.

Para as que apenas mantêm a prática em segredo, o problema é menor. No entanto, de acordo com as entrevistadas, algumas mal conhecem o próprio corpo por enxergarem de forma negativa obter prazer sem o parceiro, afirmou a jornalista J. T. A designer Tina Gong, que anunciou a criação de um aplicativo para smartphone com foco em prazer feminino, publicou no blog HappyPlayTime que as mulheres com idades entre 25 e 29 anos são as mais adeptas à masturbação e que a primeira tentativa acontece, em 44,4% dos casos, com as meninas de 10 a 14 anos.



Um ponto levantado pelas entrevistadas foi o preconceito que ainda barra algumas mulheres na exploração do próprio corpo - as com idades entre 27 e 46 anos são as que mais sentem culpa e vergonha após a masturbação, segundo Tina. “Se a mulher não se toca em pleno século 21, não será um aplicativo que mudará a situação”, afirmou C. C. A discriminação acontece entre as próprias mulheres, de acordo com G.G. Ela, que sempre masturba quando sente vontade, considera a prática “natural” e “uma necessidade fisiológica para se conhecer”. É importante até mesmo para encontrar a melhor maneira de se relacionar na cama com o parceiro, segundo C. C.



Casada, a assessora de eventos contou que se masturbaria se estivesse solteira, mas prefere sentir prazer junto ao marido. “Falo sem problema algum sobre isso, não há nada como ter intimidade e prazer com o parceiro”, afirmou. F.C. também não costuma se estimular quando está sozinha: “gosto acompanhada com meu marido, faz parte da sedução”, contou ela que não dispensa o contato físico com o parceiro. Para a secretária executiva, a masturbação deve ser vista de forma natural.



Já a jornalista J. T. acha “normal e comum” a prática para homens, mas pouco difundida entre as mulheres. “Eu prefiro ter prazer com meu namorado”, afirmou. Para as que sentem vontade, ela, porém, disse que não vê “nada de errado”. De acordo com publicação no blog HappyPlayTime, 46,6% das mulheres se masturbam menos de uma vez por mês durante um ano e que 20% delas se masturbam na cama antes de dormirem.

Infiéis contam quais são suas fantasias secretas ao trair

Entre as mulheres, 66,1% afirmaram buscar uma relação extraconjugal simplesmente para realizar as suas fantasias 





Os motivos que levam alguém a trair estão entre os maiores pesadelos de quem é traído. Para descobrir quais são eles, um levantamento com 10 mil pessoas, conduzido pelo site AshleyMadison.com, mapeou quais são as fantasias que mais levam homens e mulheres à tão temida “pulada de cerca”.

A pesquisa mostrou o que as pessoas esperam de seus amantes, quais são suas preferências entre quatro paredes, sonhos eróticos e lugares ideais para a prática do sexo. Entre as mulheres, 66,1% afirmaram buscar uma relação extraconjugal simplesmente para realizar as suas fantasias. Em segundo lugar, vêm a vontade de usar roupas sensuais e lingeries, com 59,2%, seguida pela busca por sexo selvagem, com 54,1% das respostas.



Desejo sexual feminino é tão voraz quanto o dos homens, diz autor
Já o que leva os homens a traírem, em primeiro lugar no ranking dos motivos, é a vontade de receber sexo oral, com 81,2% das respostas. Em segundo lugar, vem o tópico “falar sacanagem”, com 75,4%, e em terceiro o “ménage à trois”, com 72,1%.

Quando o assunto são as fantasias mais secretas, os homens contaram o que eles geralmente pedem, mas não são atendidos: sexo anal, oral e ménage a trois com outra mulher lideram a lista. Por outro lado, elas disseram que pedem fantasias eróticas, sexo selvagem e ménage a trois com outro homem e também não são atendidas.



Entre os lugares preferidos para a prática do sexo estão o mar, o elevador, a praia e até mesmo a cama da sogra. Confira as listas completas.

O que as mulheres desejam
1 – Realizar fantasias – 66,1%
2 – Roupas sensuais/lingerie – 59,2%



3 – Sexo selvagem – 54,1%
4 – Banheiro com espuma para dois – 53,9%
5 – Gosto de fazer sexo oral – 52%
6 – Massagem sensual – 49,1%
7 – Menáge à trois – 43,1%
8 – Gosto de receber sexo oral – 40,1%
9 – Ser submisso – 38,5%
10 – Palmadas – 36,5%



O que os homens desejam
1 – Gosto de receber sexo oral – 81,2%
2 – Falar sacanagem – 75,4%
3 – Menáge à trois – 71,1%

4 – Sexo selvagem – 69,4%
5 – Ser dominador – 63,4%
6 – Filmes eróticos – 51,3%
7 – Usar brinquedos eróticos – 42,3%
8 – Quero ensinar na cama – 39,1%
9 – Gosto de fazer sexo oral – 34,2%
10 – Ser submisso – 29,1%

Lugares preferidos para o sexo
1 – No mar – 28,3%
2 – No elevador – 27,1%
3 – Na praia – 24,2%
4 – Na cama da sogra – 17,2
5 – Na sacada de casa – 15,3%
6 – Em uma rua deserta – 13,2%



7 – No banheiro da balada – 12,9%
8 – Em um estádio – 11,6%
9 – No escritório – 10,3%
10 – No provador da loja – 9,5%

Qual a diferença de BALADA LIBERAL x BALADA SWINGUER ?

Ser liberal engloba um leque grande demais de comportamentos para se dizer que é a tudo a mesma coisa. 




Ser um casal liberal pode ir de exibicionismo e voyeurismo até ménage ou mesmo liberar o parceiro para sexo com outras pessoas. Existem várias pessoas no mundo liberal que não têm parceiros fixos, ou seja, solteiros para ménage e até mesmo garotas que gostam de outras garotas.

A maioria das chamadas festas swing, são na realidade, baladas liberais, pois permitem a entrada de pessoas desacompanhadas. Não dá para fazer swing com solteiros ou com pessoas descomprometidas.



Swing é troca de parceiros, minha mulher pela sua mulher e meu homem pelo seu homem. Balada liberal é uma coisa, Casa de Swing é outra, os públicos são diferentes.

Casais e solteiros que desejam apenas ménage, bi-feminino, exibicionismo, sexo no mesmo ambiente, voyeurismo, etc., e não fazem troca ou mesmo não têm parceiros fixos pra trocar, não podem se dizer swingers. Estas pessoas são liberais. Elas podem e devem freqüentar o meio swing, afinal, dentro do swing existem vários casais que curtem outras fantasias que não somente o swing. Essas pessoas são bem vindas, sim.







Esse texto é apenas para deixar claro o seguinte:

Swing é troca de parceiros, e para que isso aconteça é necessário que sejam casais com parceiros fixos, que haja cumplicidade de ambos casais, senão perde-se o sentido do swing. Ser swinguer não é só ter vontade de fazer sexo com outra pessoa, é, sim, também gostar de ver o parceiro ter prazer com outra pessoa. Sem essa filosofia, é melhor partir para o ménage ou sexo grupal.



Ser Liberal pode ser solteiro, solteira ou casal, tanto faz. Muitos casais liberais apenas frequentam as casas porque curtem o ambiente e fizeram amizades, muitos desses não querem absolutamente nada, apenas gostam do ambiente e se divertem com tudo. Outros vão atrás de uma aventura que podem ser pessoas sozinhas, casal real, casal arranjado, se exibir ou voyeurismo.


Todos são muito bem vindos, o importante é não tentar mudar o significado das palavras e respeitar os desejos e as fantasias de cada um.

Elas falam quais fantasias estranhas do parceiro realizariam


Sexo em público e a três estão na lista





O clima esquenta, as roupas são arrancadas e, educadamente, você pergunta: “de qual jeito você quer?”. Uma das respostas mais brochantes para um número considerável de homens seria “papai e mamãe”. A consequência não seria uma relação sem prazer, mas, sem dúvida, não seria daquelas de subir pelas paredes. Pensando nisso, o Terra resolveu perguntar para as mulheres o que elas pensam de mais ousadia na cama e até se realizariam as fantasias sexuais do parceiro. Comemorem: a resposta foi positiva.




Não se trata apenas de vestir uma fantasia erótica ou agregar instrumentos do sexshop ao sexo, elas falaram de fantasias mais “bizarras”. A publicitária Mônica Munuera disse que o desejo mais estranho que já ouviu foi o de “transar dentro do monumento conhecido como ‘Deixa que eu empurro’, em frente ao Parque do Ibirapuera”. Já a designer Jennifer D. contou sobre um “cara que sentia tesão com bexigas amarradas pelo corpo”. Ou “chute com salto nas partes íntimas”, como citou a pedagoga Bruna Gutierrez.



A resposta não é “sim” de imediato, mas de acordo com o andar da relação, elas topariam realizar fantasias sexuais masculinas diferentes. “Realizaria, sim. Dependendo da fantasia e da intimidade, porque eu acho que quem não tem em casa procura na rua”, justificou Bruna G. A engenheira Bruna Barbosa concordou e lembrou que “o relacionamento precisa de um ‘up’ a mais”. Além disso, a figurinista Daniela Porto relevou: “pode ser além de prazeroso muito divertido”.



Entram na lista também fantasias mais conhecidas “Estar na cama com duas mulheres ao mesmo tempo”, lembrou Bruna G. “Sexo em local público ou com uma estrela pornô”, disse Mônica. “Que a mulher seja vadia na cama”, citou Daniela. “Transar no elevador”, acrescentou Bruna B.

Como tomar o primeiro passo para a realização? Segundo elas, não tem segredo. “Conversando numa boa sempre é o melhor jeito, pré ou pós sexo, quando ambos estejam mais no clima”, sugeriu Jennifer. “Tem que ser em comum acordo, principalmente, se for algo muito diferente. O homem pode numa transa tentar conduzir, mas, é sempre bom falar, pedir, de preferência de uma forma bem sensual, sussurrando no ouvido”, acrescentou Daniela.



Desejos proibidos
Ser liberal é uma coisa, mas quem não tem algo que jamais faria? As entrevistadas também e enumeraram fantasias impensáveis e que estão fora de questão. “Coisas envolvendo bichos, crianças e cadáveres”, disse Mônica. Elas também não aceitariam nada que faltasse respeito ou fosse forçado.



Fantasias delas
“Lugares públicos, fantasias temáticas, óleos e outras coisas que vendem no sex shop”, enumerou Bruna G. “É bom ser dominada às vezes, em outras é incrível ser a dominadora. Dá pra usar muito a imaginação e criar personagens”, contou Daniela.  “Acho que assim como os homens, mulheres também têm curiosidade em sexo com mais de um parceiro ao mesmo tempo, mas elas falam menos sobre isso porque é algo meio ‘recriminado’”, concluiu Jennifer.

Roupa Zentai: nova prática fetichista surgiu no Japão


Você já ouviu falar da roupa Zentai?





Produzida no Japão, a roupa promete ser a nova forma de brincar com o seu parceiro nas horas mais quentes. Trata-se de um macacão feito com nylon e elastano que cobre o corpo todo, podendo ser colorido e ter as mais variadas estampas.

A novidade surgiu como uma manifestação artística e sexual nos teatros do Japão (um país conservador). No entanto, se para alguns é altamente sexy, para outros a roupa não passa de uma segunda-pele estranha.



O nome vem do jargão japonês zenshin taitsu, que significa “o corpo como um todo”. Usado como objeto erótico para apimentar a relação, a roupa se deve à sensação de se estar sem ela e, ao mesmo tempo, totalmente coberto por ela.



Além disso, existe a sensação de liberdade, pois a identidade da pessoa fica literalmente coberta pela roupa. Para isso, os parceiros devem descobrir outras formas de excitação e somente com uma certeza: que não se chegará aos “finalmentes” tãaao cedo.

Orgasmo feminino pode ter efeito terapêutico

Komisaruk diz que enfrenta dificuldades em conseguir financiamento para suas pesquisas



O orgasmo feminino pode ter um efeito terapêutico. Quem diz é o psicólogo americano Barry Komisaruk, professor da Universidade Rutgers, de Nova Jersey, que já passou 30 de seus 72 anos investigando os benefícios do prazer sexual no bem-estar das mulheres.

Seu último estudo demonstra que o clímax estimula todas as principais áreas do cérebro e tenta encontrar possíveis usos terapêuticos do estímulo vaginal.

No atual estágio, os estudos de Komisaruk estão concentrados em verificar se o prazer sexual pode ajudar no tratamento de pacientes com ansiedade, depressão ou dependências.

Durante sua pesquisa, Komisaruk colocou suas pacientes em câmaras de ressonância magnética com a
recomendação de estimular suas partes íntimas até alcançar o orgasmo.




O monitoramento cerebral desse processo o levou a algumas conclusões interessantes, que Komisaruk compartilhou nesta entrevista telefônica com a BBC Mundo.

BBC - O que acontece no cérebro de uma mulher durante um orgasmo?


Barry Komisaruk - Há um enorme aumento da atividade. O que averiguamos é que durante o orgasmo há um aumento impressionante do fluxo de sangue e de oxigênio na cabeça, ambos nutrientes muito benéficos para o cérebro.

BBC - Como é sua análise do cérebro?

Komisaruk - Monitoramos sua atividade durante o clímax e observamos quais zonas são ativadas quando a mulher tem um orgasmo. Já vimos que seus efeitos benéficos chegam a todos os sistemas principais do cérebro. Eu me refiro ao sistema sensorial, ao sistema de coordenação motora etc.

BBC - Seu estudo menciona que conhecer os efeitos do orgasmo na nossa cabeça pode ajudar a superar a depressão, a ansiedade ou o vício. Como?

Komisaruk - É precisamente isso que queremos comprovar. Para isso, permitimos que a paciente veja a própria análise de seu cérebro ao vivo. Estamos no processo de averiguar se visualizar os processos de nossa mente ajuda a controlá-la. Há uma zona chamada núcleo accumbens, que é a área do prazer.

Essa área é ativada pela nicotina, pelo chocolate, pela cocaína e também pelos orgasmos. A minha pergunta é: podemos ensinar a nós mesmos como aumentar conscientemente a atividade nesse núcleo observando seu funcionamento? Que efeito teria isso em pacientes com depressão ou ansiedade?




Segundo Kmoisaruk, orgasmos estimulam mesmas áreas do cérebro que chocolate ou cocaína

BBC - Quão conhecidos são os efeitos do orgasmo na saúde?

Komisaruk - Praticamente não há estudos. Este é o primeiro que se faz sobre suas consequências sobre o cérebro. O que já se estudou é o resultado do orgasmo no coração da mulher e também os benefícios do orgasmo masculino para evitar o câncer de próstata.

Comprovou-se que as mulheres que tinham mais orgasmos gozavam de uma melhor saúde cardíaca. O estudo em homens mostrou que os que tinham menos orgasmos não haviam liberado substâncias tóxicas que estavam acumuladas na próstata pela ausência de ejaculação. Esse fator os faz mais propensos ao câncer.

BBC - Quando acredita que seu conhecimento sobre o cérebro será suficiente para oficializar uma prescrição médica de orgasmos?

Komisaruk - Eu já recomendo. Mas para conseguir que isso seja feito de maneira regular são necessárias mais pesquisas. Dependerá das descobertas que façamos no futuro.



BBC - É fácil conseguir dinheiro para pesquisar a sexualidade?

Komisaruk - É muito difícil. As entidades que financiam são reticentes em dar dinheiro para estudos sobre o prazer e o sexo. Em parte porque enfrentam a pressão social. O governo não quer se envolver com pesquisas sobre a sexualidade por temor de ser criticado com o argumento de que há problemas mais sérios.

BBC - Por que está interessado no orgasmo da mulher e não do homem? Há muita diferença entre os dois?

Komisaruk - Há mais semelhanças que diferenças. A razão pela qual comecei a me interessar pelo orgasmo feminino foi que encontrei evidências de que o estímulo vaginal tem a capacidade de bloquear a dor sem necessidade sequer de alcançar o orgasmo.

Demonstramos que ambos os prazeres atuam como calmante, mas que o orgasmo é mais efetivo que a simples estimulação.

A partir disso, muitas mulheres me disseram que utilizam a estimulação vaginal para reduzir o mal-estar da menstruação ou a dor provocada pela prática de esportes. E isso funciona para elas.



BBC - Então a estimulação vaginal pode aliviar a dor a longo prazo ou somente a curto prazo?

Komisaruk - Meus estudos somente conseguiram estabelecer que o orgasmo reduz a dor menstrual imediatamente e pode ter um efeito por horas.

O alívio das dores nas costas é outro efeito benéfico da estimulação vaginal e dos orgasmos.