15 tipos de sexo

Às vezes a pura atração física já vale uma noite de sexo


O período entre os 20 e 30 anos é marcado, geralmente, por muitas descobertas. Profissionalmente, emocionamente e, claro, sexualmente. A vida sexual é experimentada com mais intensidade e variedade, e por isso o site Huffington Post listou 15 tipos de relações que você pode ter - ou já teve.

Ruim
Simples assim. às vezes você ainda não sabe o que quer ou como quer, e o seu parceiro também não sabe direito o que está fazendo. É normal. E disso resulta uma noite não muito boa.

Por conveniência
Ele mora no seu prédio, ou é aquele amigo do amigo que mora a três quarteirões. Uma noite entediada, sem nada para fazer, você esbarra nele e pronto: está feito o convite. Pode não ser ótimo, pode não ser ruim, apenas é conveniente.

Uma noite só
Algumas experiências não foram feitas para serem repetidas. É provável que você acorde ao lado de uma pessoa que mal conhece, com quem trocou algumas palavras no bar na noite anterior. E a vontade de pegar as roupas do chão e sumir faz com que seja isso mesmo o que você faça, até ligar para os amigos e marcar um café da manhã com pessoas com quem você realmente queira conversar e passar mais de uma noite junto.


"Eu namoraria com você"
Talvez por envolver sentimentos, este tipo de sexo seja um dos mais assustadores. Você se sente vulnerável, e por sentir algo pela pessoa, você se preocupa com o que ela quer, como ela quer, e espera que saia tudo certo.

Lugares inusitados
O banheiro de um avião, o corredor do hotel, o carro, a cama de seus pais. O que importa não é só o lugar, mas a sensação de carpe diem, de fazer algo por impulso e, por que não, para ter uma boa história para contar.

Embriagada
Provavelmente não será a melhor experiência porque você não se lembrará de nada no dia seguinte, mas o lado bom é que você não irá se importar. Só não se esqueça de usar proteção.


Amigável
Em algum momento, você e aquele amigo vão chegar à conclusão de que é uma ótima ideia dormirem juntos - mas não será. De toda forma, o que podem conseguir é uma relação de amizade colorida que eventualmente termina com os dois nunca mais se falando ou, com sorte, um romance.

Sozinha
Sexo sozinha é uma ótima maneira de aprender mais sobre você e seu corpo. Uma mulher merece sentir prazer estando com alguém ou não. Quando chegar nos 30, já saberá como ter prazer - com ou sem ajuda.

Inexistente
Sendo realista, haverá períodos em que você não fará sexo. Sempre há o período da "seca". Pode parecer frustrante, mas é bom para pensar o que você realmente quer de suas relações.


Conciliatório
Se você estiver namorando nos seus 20 anos, inevitavelmente irão brigar, e não serão brigas discretas. Gritos, discussões, lágrimas. Os 20 anos servem para todo esse teatro. E depois, vocês podem canalizar toda essa raiva em um sexo vigoroso e extremamente prazeroso. Pode não consertar tudo o que há de errado no namoro, mas pelo menos é uma maneira de se conectar com o outro.

Por vontade
Todo mundo tem um, dois, dez paqueras aos 20 anos. Eventualmente você terá a chance de dormir com deles que já lhe rejeitou ou menosprezou.Pode não ser ótimo, você pode não se sentir melhor depois, mas vale de alguma coisa.

Feriado
Festas de final de ano, feriados, e você pega o ônibus de volta para sua cidade natal. Parentes, família, amigos antigos. Você reencontra pessoas da época de ginásio, marca uma saída e, de repente, sente uma conexão com alguém. Pronto. Um sexo descompromissado, que pode até se repetir depois, na próxima viagem.


Só mais uma vez
Vocês já se separaram, seus amigos concordam que ele não faz bem a você, mas o reencontro acaba com uma noitada na cama "só mais uma vez". Fisicamente, não há como negar, a sensação é ótima. Mas a queda emocional que segue a situação pode fazer com que você se arrependa profundamente.

"Troca de favores"
Às vezes vocè precisa de ajuda para rearrumar os móveis da casa, ou para arrumar o carro que parou no meio da rua. Agradecer o favor com sexo é um prazer puramente físico que não faz mal a ninguém de vez em quando.

É isso
Com sorte, aos 20 anos você terá aquele momento em que pensa "é isso. Isso é como todo sexo deveria ser". Pode ser com um grande amor, com uma noite só, com uma paquera do passado, não importa. A conexão sexual estava lá. Uma vez sentido isso, tente reproduzir essa sensação quantas vezes for possível!

Sexo é um ótimo remédio para curar a dor de cabeça

Pesquisa mostra uma relação sexual pode minimizar ou eliminar os incômodos da enxaqueca



Você já deve ter ouvido aquela velha história da pessoa que sempre tem dor de cabeça quando não está no clima para fazer sexo. No entanto, essa desculpa está com os dias contados. Uma pesquisa realizada na Universidade de Munster, na Alemanha, comprovou que a atividade entre quatro paredes pode ser muito benéfica quando o assunto é dor de cabeça.

Ótima notícia para aqueles que sofrem com enxaquecas frequentes, a pesquisa descobriu que a atividade pode chegar a ser mais efetiva do que pílulas e remédios em alguns casos. E a explicação para o fenômeno estaria na liberação de endorfinas – os analgésicos naturais do corpo – que atuariam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo ou eliminando a dor de cabeça.



“Nossos resultados mostram que a atividade sexual durante uma crise de enxaqueca pode amenizar ou até mesmo curar a dor em alguns casos. E a prática durante uma crise é um comportamento usual”, explicam os pesquisadores de acordo com a notícia do jornal The Daily Mail.

Para chegar a esses resultados, neurologistas alemães coletaram dados de 400 pacientes que sofriam de dois tipos diferentes de dor de cabeça e fizeram tratamento por mais de dois anos. Eles descobriram que 33% dos voluntários já haviam feito sexo durante as crises.



Destes, 60% dos pacientes com enxaqueca e 36% dos participantes que sofriam com dores de cabeça tiveram uma melhora em seus sintomas. Os números ainda revelam que 19% relataram uma melhora total dos sintomas, 51% sentiram um alívio moderado e 29% reportaram uma leve mudança.

“No total, 42,7% dos pacientes com enxaqueca sentiram uma melhora de pelo menos 50%, um número tão alto quanto os resultados de estudos com medicamentos”, afirmam os pesquisadores.



O estudo completo foi publicado no Cephalalgia, um periódico do International Headache Society.

Filme pornô para mulheres

O sexo nos filmes pornográficos para mulheres têm mais preliminares





A pornografia sempre foi muito mais presente no universo masculino do que no feminino. A maioria dos conteúdos é voltada para o olhar e o desejo dos homens. Mas depois de décadas de domínio machista esse cenário está mudando. O interesse das mulheres por pornografia vem crescendo e a prova disso é que já existem até cineastas produzindo filmes feitos especialmente para excitar o público feminino.

Algumas mulheres resolveram assumir o trabalho atrás das câmeras e investir em produções que traduzissem melhor o prazer e as fantasias femininas. Uma delas é Erika Lust, cineasta sueca, radicada em Barcelona, na Espanha, que decidiu fazer filmes eróticos motivada por suas próprias necessidades. "Senti que minha visão sobre o sexo e meus desejos não estavam sendo representados na maioria dos pornôs disponíveis. Resolvi fazer o tipo de filme erótico que eu queria ver", conta. "Lust" significa luxúria em inglês.




Esse movimento que coloca a mulher no foco do prazer está sendo chamado de "feminist porn" (pornô feminista, em tradução literal). Nesse tipo de produção cinematográfica, o sexo também é explícito, porém outros aspectos são mais valorizados, como a história, o cenário e a iluminação. As atrizes costumam ter corpos mais imperfeitos e realísticos, com menos silicone e mais celulite, o que também ajuda a gerar maior identificação entre as mulheres.

Apesar do surgimento dessa vertente alternativa, gostar de pornografia é ainda tabu para muitas mulheres. Além disso, as preferências costumam ser bem diferentes entre os gêneros.



Segundo a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade Feminina Escola Paulista de Medicina (da Unifesp), a pornografia masculina é basicamente genital, ou seja, centrada nos closes e nas cenas sexuais, o que, em geral, não agrada às mulheres. "Elas gostam de uma pornografia mais elaborada, com enredo".

A sexóloga afirma que algumas mulheres têm um sentimento de rejeição à pornografia porque não se permitem conhecer e experimentar. "É uma questão de descoberta. Se forem ver sem preconceito, dispostas a analisar seus sentimentos e suas sensações, muitas podem gostar", explica.

Carolina indica com frequência o consumo de pornografia, inclusive os pornôs feitos para mulheres, para suas pacientes com disfunções sexuais. "Acho legal, por exemplo, o casal assinar um canal erótico para assistir junto. É muito positivo porque é algo que faz pensar em sexo, aumenta a excitação. Também recomendo muito os contos eróticos".


A estudante de Direito Nathalí Macedo assume que consome pornografia, porém diz que não gosta de assistir aos filmes convencionais, produzidos para o público masculino


AS PARTICULARIDADES DO "PORNÔ FEMINISTA"

A cineasta Erika Lust começou a fazer filmes pornográficos voltados para mulheres em 2004. Mas ela conta que recebe muitos elogios de homens e casais sobre o seu trabalho. Ela explica um pouco mais sobre as diferenças entre o pornô masculino e o feminino.

O que é o pornô feminista?
A principal diferença diz respeito ao fato de as mulheres envolvidas no filme serem ou não agentes do seu próprio prazer sexual. O filme feminista mostra a mulher realmente recebendo prazer, ao passo que o filme convencional mostra a mulher como veículo para o prazer do homem. Olhe para os seus rostos, para as posições em que elas estão. Será que ela teve um orgasmo?



O que você mostra e o que não mostra em seus filmes?
Como regra geral, filmo o que pessoalmente acho sexy. Entre as coisas menos sexy para mim estão a violência, as ejaculações e o sexo anal, três coisas que são quase garantidas no pornô convencional. Não é que não vejo a possibilidade de essas coisas serem incrivelmente estimulantes, apenas pessoalmente não encaro dessa maneira e quero permanecer fiel à minha visão de sexualidade.

Muitas pessoas acham que as mulheres não são tão visuais quanto os homens. E você?
Muitas pessoas pensam isso, mas eu, não. Para mim e para muitas mulheres, o fato é que o visual por si só não excita. As lembranças de experiências pessoais, fantasias, o ambiente, o contexto: tudo isso é muito importante. Mulheres como eu gostam de se identificar com o que estão vendo, o que simplesmente não é possível nos filmes comerciais ruins que nós associamos à pornografia.





Na internet

Ainda há poucas pesquisas sobre os comportamentos sexuais femininos relacionados à pornografia. Por essa razão, a psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, professora e investigadora do ISPA (Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida), de Lisboa, em Portugal, resolveu conduzir um estudo exploratório sobre o consumo de pornografia pela internet com 216 mulheres portuguesas. Entre essas, 57% disseram já ter visitado sites pornográficos e 7% gastam mais de seis horas por semana nessa atividade.

"Esse estudo serviu para perceber que as mulheres cada vez mais consomem pornografia, com intuitos bastante diversificados", afirma a pesquisadora. Ana Carvalheira acredita que o anonimato e a disponibilidade de conteúdos que a internet proporciona facilitaram o acesso da mulher à pornografia. "Antigamente era tudo mais escondido, existiam seções separadas nas locadoras, onde só se viam homens".



Apesar da facilidade de acesso, nem sempre é natural para as mulheres admitirem que também veem pornô. Não é o caso da estudante de Direito Nathalí Macedo, moradora de Alagoinhas, na Bahia, que afirma ter uma relação muito saudável com o sexo e reconhece sem problemas que consome pornografia. Entretanto, Nathalí sabe que não é assim tão simples para todas. "Muitas mulheres têm vergonha de assumir que gostam de ver pornô. Digo isso porque tenho amigas que assistem escondidas de seus companheiros".

A estudante também escreve contos eróticos em uma comunidade no Facebook e colabora com um blog de sexo. Mesmo sendo "cabeça aberta" para o tema, Nathalí não costuma assistir aos filmes pornográficos convencionais, por achá-los muito previsíveis e pouco excitantes.